25 janeiro 2026

Chinelo antiestresse de Virginia alivia enxaqueca? Veja a relação do acessório com a dor

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

A influenciadora Virginia Fonseca chamou a atenção dos seguidores ao usar as redes sociais nesta semana para mostrar um presente inusitado que recebeu do namorado, o jogador Vini Jr., após uma crise de enxaqueca: um chinelo especial que, segundo ela, teria como proposta auxiliar no controle da ansiedade e do estresse. Mas qual é a relação entre a dor de cabeça crônica e o estresse? O portal LeoDias te explica.

Mais do que compartilhar momentos pessoais, Virginia costuma usar suas redes sociais para chamar a atenção do público sobre a importância do cuidado com a saúde, especialmente no que diz respeito ao tratamento e ao controle da enxaqueca, condição que a afeta e a motivou a buscar acompanhamento especializado. A atenção ao estresse, inclusive, vai além do bem-estar emocional: ele é um dos gatilhos importantes para as crises de enxaqueca e pode tanto desencadear quanto agravar a intensidade da dor.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Vini Jr. presenteia Virginia Fonseca com chinelo para ajuda no controle do estresse. (Reprodução: Instagram) Virginia e Vini Jr.Reprodução: Instagram Doença é caracterizada pela inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhalFreepik Virginia passa por aplicação de botox para diminuir enxaquecaInstagram

Voltar
Próximo

Leia Também

Famosos
Após crises de enxaqueca, Vini Jr. presenteia Virginia com acessório para controle do estresse

Saúde
Após desmaio, marido de Thais Carla revela crise de enxaqueca e nega relação com bariátrica

Famosos
Após tratar enxaqueca, Virginia recorre a compressas de gelo para aliviar novas dores

Saúde
Chocolate dá enxaqueca? Especialista explica a relação entre doce e dores de cabeça

“Quando estamos sob tensão, nosso corpo libera hormônios como o cortisol e a adrenalina, que provocam alterações no sistema nervoso central e podem desencadear ou intensificar uma crise de enxaqueca. Para a pessoa com enxaqueca, que já tem um cérebro caracteristicamente hiper excitado, passar por situações de aflição, esgotamento e preocupações pode piorar um quadro que ela já vive, deixando o cérebro ainda mais em sofrimento e, com isso, mais sintomático”, explica a médica neurologista Thais Villa.

Além da dor de cabeça, um dos sintomas mais conhecidos da enxaqueca, a doença também pode provocar fotofobia (sensibilidade à luz, especialmente às mais brilhantes); fonofobia (sensibilidade ao som, particularmente aos mais altos); osmofobia (sensibilidade ao cheiro); aura (alterações na visão); dormência; formigamento; fraqueza de um lado do corpo; dores no pescoço e nos ombros; sensação de tontura ou vertigem; zumbidos no ouvido; náusea, com ou sem vômitos; pálpebras inchadas e olhos lacrimejantes; obstrução nasal ou nariz escorrendo; dor facial; bruxismo; taquicardia; pressão alta ou baixa; mal-estar e cansaço; dificuldade de concentração e memória; e até alterações de humor.

“A enxaqueca tem um custo físico altíssimo: dor de cabeça latejante que não passa, náusea que torna impossível a alimentação, tontura que transforma tarefas simples em grandes desafios, luminosidade e som que torturam a pessoa, confusão e lentidão cerebral, palavras que travam no meio da fala, rigidez no pescoço e corpo sobrecarregado pela fadiga. Tudo isso contribui para aumentar ainda mais os quadros de estresse e compromete a saúde como um todo”, destaca Villa.

Diagnóstico e tratamento
A enxaqueca é uma doença de causa hereditária e sem cura que afeta 15% da população mundial, segundo a OMS. Apesar da gravidade da condição, ainda há muito desconhecimento sobre o diagnóstico correto, que deve ser feito por neurologistas especializados.

“O tratamento ideal não se limita à prescrição de medicamentos pontuais. A enxaqueca exige uma abordagem multidisciplinar e integrada. O Tratamento 360º é uma estratégia que considera o paciente em todas as suas particularidades. Recursos modernos, como o uso de toxina botulínica (botox) e anticorpos monoclonais anti-CGRP, têm se mostrado altamente eficazes no controle da doença”, explica Thais Villa.

- Publicidade -

Veja Mais