11 janeiro 2026

J. Eskine aposta em tradição e promete nova edição anual da “Resenha do Arrocha”

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Um ano após ser hit no Brasil inteiro com a inovadora “Resenha do Arrocha”, J. Eskine prepara novos projetos para o verão 2026 – alguns nem tão inéditos assim. Com o lançamento da “Resenha do Arrocha 4.0”, o baiano promete criar uma tradição: resenha todo ano. E tem ainda mais. Em entrevista ao portal LeoDias, o artista revela os planos e revisita sua carreira um ano após o sucesso absoluto.

“Com certeza não esperava o sucesso. Antes da ‘Resenha da Rocha’, se me perguntassem quanto tempo eu daria pra conquistar grandes palcos, eu diria mais de 10 anos. Antes disso, eu não tinha conquistado nada. Fui subindo degrau por degrau. Fiquei quase 10 anos no mesmo degrau. Quando passou esse tempo, subi direto”, avalia Eskine, que já possui agenda de shows lotada pelo Brasil e pelo mundo.

Veja as fotosAbrir em tela cheia J Eskine comemora sucesso de Resenha do ArrochaFoto/Instagram/Chuck VideoMaker J EskineFoto/Instagram/Thiago Chuck J Eskine comemora sucesso de Resenha do ArrochaFoto/Instagram Festa contou com apresentação de J.EskineReprodução: Instagram/@virginia Jonathan Eskine e Luciano Huck – Foto: Reprodução/Instagram

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“O mais surpreendente foi fazer show fora do país com tudo lotado, com uma galera muito louca, clima de popstar mesmo. Foi realização de sonho. Fiz turnê na Europa, passei por Espanha, Portugal, França e Bélgica”, complementou.

O barulho todo é autoexplicativo. Além de ter sido o hit do Carnaval e ter ganhado as ruas, a aclamação veio em mesmo nível. “Resenha do Arrocha” pintou em listas das melhores músicas de 2025, inclusive a do portal LeoDias. Daqui para frente, pode-se esperar novas versões do hit. Para 2026, Eskine aposta na “Resenha do Arrocha 4.0”.

“A galera pedia muito. Chegou um momento em que pensei em não fazer mais, achar que já tinha dado o Resenha da Rocha. Mas aí ela pediu muito e eu falei: vou ter que fazer pelo menos uma vez por ano”, disse.

Apesar da nova tradição de uma nova “resenha” todo verão, ele espera não ser um artista de uma nota só.

“Eu faço mais pela tradição. É uma parada que é nossa, pra não perder a raiz e pra não vir outra pessoa fazer algo com a nossa identidade. Pra manter essa identidade, a gente vai estar sempre fazendo. E eu também faço outras coisas que gosto de fazer. A ‘Resenha do Arrocha’ acontece de forma natural. Não é algo ensaiado. Virou uma identidade e é preciso manter a identidade do artista. Mas eu gosto de fazer outras paradas também e, se Deus quiser, vou lançar um projeto novo”, afirmou.

Além da brincadeira com os fãs, Eskine aposta alto em novos projetos no Carnaval.

“Tem um EP que chama ‘Todo Mundo Odeia o Eskine’. Ele traz de novo essa onda da maluquice, com algumas loucuras no meio das músicas. Também tem músicas mais limpas, boas de curtir com a família, com as crianças, mas sem perder um pouco da maluquice”, adiantou.

Passado e futuro
Para quem gosta de “Resenha do Arrocha” ou vê Eskine com os feats estrelados e aclamação atuais, nem imagina que ele perseverou muito até chegar lá. Foram dez anos na música sem nem chegar perto do mainstream, uma caminhada árdua, mas agradece ao acerto que mudou tudo.

“Durante esses anos, eu lançava músicas e nada batia. Pra chegar a mil visualizações era muito difícil. Foi uma peleja, e graças a Deus a Resenha da Rocha foi um acerto gigantesco. Eu vim de uma realidade muito difícil. Na minha casa moravam dez pessoas em um quarto. Se você não vai com todas as forças, não consegue. Pra mim era isso ou era isso”, relembrou.

O que o fez não desistir do sonho de ser um cantor no topo das paradas foi acreditar em si mesmo e que, apesar das dificuldades, nunca pensou em largar.

“Eu sempre soube do meu talento. Eu sou meu fã número um. Faço música primeiro pra mim e depois para os outros. Independente de números, sempre soube que era bom no que eu fazia. Não tinha tanta esperança, mas também nunca pensei em desistir, porque era minha única opção”, disse.

Para o futuro, o baiano pensa em se inspirar em astros internacionais como Neyo e Drake: “Eu gosto muito de R&B, uma parada mais romântica.”

Dentro do nosso quintal, ele destaca a idolatria em Djavan e a vontade de colaborar com Ludmilla.

“Tenho um sonho que é distante, mas é um sonho. O Djavan. Sou muito fã, gosto de MPB, faço isso quando estou com violão em casa. Fazer algo com ele seria grandioso. Dentro do que está mais ao meu alcance hoje, um feat com a Ludmilla”, afirmou.

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