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POLICIAL

Mulher conhecida como “Humildade” é presa por envolvimento em execução de jovem em Brasiléia

Por Redação 06/01/2026 15:16
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“Humildade” é presa por envolvimento em homicídio ocorrido em bar de Brasiléia. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, prendeu na manhã desta terça-feira (6) uma mulher de 32 anos, identificada pelas iniciais S.C.M., conhecida como “Humildade”, apontada como peça-chave na execução do jovem Alisson Venício Ribeiro Aquino, de 22 anos. O crime ocorreu no dia 30 de novembro de 2025, no bairro Eldorado.

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A prisão é resultado de um trabalho investigativo detalhado, coordenado pelo delegado Erick Ferreira Maciel. Segundo a Polícia Civil, a investigada exercia função estratégica dentro de uma organização criminosa, sendo responsável pela logística do homicídio. As apurações indicam que ela forneceu a arma de fogo, um revólver calibre .38, além de viabilizar o suporte necessário para a execução.

Conforme o inquérito, no dia do crime, “Humildade” recebeu em sua residência um adolescente envolvido na ação, entregando pessoalmente a arma e a máscara utilizadas pelo atirador. Ainda segundo a investigação, foi por meio do telefone da acusada que o mandante do homicídio, conhecido pelo vulgo “Capetinha”, transmitiu as ordens finais. Após o assassinato, o executor retornou ao local para devolver a arma e encaminhou um vídeo do crime, gravado como prova para a facção criminosa.

O homicídio aconteceu no “Bar da Diva”, onde Alisson estava sentado quando dois indivíduos chegaram em uma bicicleta. O garupa desceu, efetuou três disparos contra a vítima, que ainda tentou fugir para o interior do estabelecimento, mas não resistiu aos ferimentos. O autor dos disparos já foi preso e confessou o crime, alegando ter agido sob ameaça de morte.

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Além de avançar na elucidação do caso, a prisão de “Humildade” trouxe alívio aos moradores do bairro Eldorado, que relataram à polícia um clima constante de medo e intimidação. Segundo a Polícia Civil, a investigada ameaçava testemunhas e exercia forte influência criminosa na comunidade.

A motivação do crime teria sido um boato envolvendo a vítima, versão contestada pela família de Alisson. A acusada permanece à disposição da Justiça e deve responder por homicídio qualificado e integração em organização criminosa. As investigações continuam para localizar e prender o mandante intelectual do assassinato.

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