10 janeiro 2026

“Não faz sentido ser de 2007”, dizem amigos de Eliza Samudio sobre foto de passaporte

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O antigo passaporte de Eliza Samudio, encontrado em um apartamento alugado em Portugal no final do ano passado, conforme publicado com exclusividade pelo portal LeoDias, causou reações em amigos e familiares da modelo, assassinada em 2010. De acordo com o Jornal Extra, “uma pessoa muito próxima” disse que a data da documentação “não faz sentido”.

Segundo o relato, a pessoa em questão tem a convicção de que a modelo estava grávida quando tirou a foto que consta no registro. O que chama atenção, no entanto, é que o documento é datado em 2007, enquanto o único filho de Eliza, Bruninho, nasceu em fevereiro de 2010, quatro meses antes do crime cometido a mando do goleiro Bruno Fernandes.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Eliza SamudioDivulgação / Arquivo pessoal Eliza SamudioMarcelo Theobald / Agência Globo Eliza SamudioMarcelo Theobald / Agência Globo Eliza SamudioMarcelo Theobald / Agência Globo

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“Eu me lembro dessa foto, Eliza estava bochechuda por causa da gravidez. Para mim, não faz sentido estar num documento de 2007″, disse a fonte do veículo, que acrescentou: “Parentes da modelo afirmaram que ficaram atônitos ao verem imagens do passaporte, já que, até então, tinham a certeza de que todos os documentos dela haviam sido queimados pelos autores do assassinato (policiais se depararam com o que sobrou deles durante buscas ao corpo, que até hoje não foi encontrado)”.

De acordo com a apuração do portal LeoDias, o passaporte encontrado abandonado por um brasileiro em um apartamento alugado de Portugal está intacto, sem rasgos ou páginas faltando. O documento, emitido em maio 2006 e válido até 8 de maio de 2011, consta apenas uma marcação de entrada em 5 de maio de 2007, sem comprovação de saída.No entanto, existem vídeos e provas de Eliza no Brasil após a data, afinal o caso ocorreu todo em território brasileiro.

A modelo foi morta em 10 junho de 2010, em Vespasiano (MG). Ela foi sequestrada e assassinada a mando do goleiro Bruno, à época atleta do Flamengo, que foi condenado a 22 anos de prisão. Os restos mortais da modelo nunca foram encontrados.

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