20 de junho de 2026

Promotor pede suspensão de férias para acompanhar de perto situação de alagamento em Sena Madureira

Promotor pede suspensão de férias para acompanhar de perto situação de alagamento em Sena Madureira

Em meio ao avanço das águas do Rio Iaco e ao aumento do número de famílias atingidas pela cheia em Sena Madureira, o promotor de Justiça Júlio de Medeiros decidiu suspender o período de férias para acompanhar pessoalmente a situação de emergência no município.

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A medida foi tomada diante do agravamento do cenário de alagamentos em bairros urbanos e comunidades ribeirinhas, onde moradores já relatam prejuízos, perdas de móveis, risco de desabastecimento e necessidade de apoio humanitário.

Com o retorno às atividades, o promotor passou a monitorar de perto as ações da Defesa Civil, da Prefeitura e das secretarias municipais envolvidas no atendimento às famílias desalojadas, cobrando celeridade na oferta de abrigos, distribuição de água potável, alimentos e assistência básica.

A atuação do Ministério Público também busca garantir que os recursos públicos destinados à resposta emergencial sejam aplicados de forma correta, além de fiscalizar possíveis falhas na prevenção e no suporte às áreas historicamente afetadas pelas cheias.

Nos bastidores, a presença do promotor é vista como um reforço institucional importante neste momento crítico, já que o município enfrenta, mais uma vez, o impacto das enchentes que se repetem ano após ano e exigem respostas rápidas do poder público.

Moradores ouvidos pela reportagem destacam que a atuação direta das autoridades traz mais segurança à população, especialmente para quem precisou deixar suas casas às pressas.

Segundo o promotor, a prioridade é assegurar que nenhuma família fique desassistida durante o período de enchente e que todas as medidas emergenciais sejam adotadas com transparência e responsabilidade.
“Diante da gravidade da situação, pedia a suspensão das minhas férias para acompanhar de perto as ações e garantir que a população receba o suporte necessário. O Ministério Público estará presente e vigilante”, afirmou Júlio de Medeiros.