18 fevereiro 2026

BOPE captura foragida da justiça acusada de participar em homicídio de jovem esquartejada e jogada no Rio Acre em 2020

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O Batalhão de Operações Especiais (BOPE), através da Companhia GIRO equipe Charlie, realizava patrulhamento e fiscalização na estrada do Calafate, quando de forma inesperada um veículo Polo de cor branco passou. A passageira chamou a atenção por não utilizar o cinto de segurança. A equipe resolveu dar ordem de parada para orientar o condutor sobre os perigos em não utilizar o equipamento obrigatório, e verificar a situação dos nomes. Ao solicitar o nome da passageira, essa informou nome errado, os operadores do BOPE, experientes com situação diversas, desconfiaram da atitude da mulher, ao solicitar apoio aos investigadores da DHPP, foi revelado o verdadeiro nome, sendo de Amanda de Lima Moura, de 27 anos, ao realizar consulta no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), foi confirmado um mandado de prisão em seu desfavor, pelo artigo 121 do CPP, referente a participação em homicídio.

O mandado de prisão foi expedido pela 1º Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco.

De acordo com as investigações, Amanda e outras 8 pessoas, foram apontadas como executoras da morte da jovem Kesia Nascimento da Silva, na época com 20 anos. A jovem desapareceu no dia 28 de janeiro de 2020, quando teria sido vista pela última vez deixando o filho em uma lanchonete.

As investigações da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram que a ordem para matar a jovem partiu de duas mulheres que estavam em São Paulo. As suspeitas foram presas no dia 15 de outubro de 2020, dedurante a terceira fase da Operação Sinapse, da Polícia Civil. Elas teriam assistido a execução de Kesia por videoconferência.
A polícia concluiu ainda que a jovem foi morta, esquartejada e depois teve o corpo jogado no Rio Acre. A motivação do crime seria porque a jovem teria mudado de facção criminosa.

A justiça concluiu que nove pessoas participaram diretamente da execução, incluindo Amanda que estava foragida por esse crime.

Após sua prisão, ela foi conduzida para a Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), para os procedimentos legais, e posteriormente deverá ser encaminhada para o complexo prisional feminino, onde deverá cumprir a pena imposta pela justiça.

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