A Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio de Janeiro revogou a liberdade condicional do goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio em 2010. A decisão sai dois dias após Bruno ir a um jogo do Flamengo no Maracanã, na última quarta-feira (06/02).
No entendimento do juiz, a liberdade condicional nunca chegou a valer, uma vez que Bruno não havia sido localizado e não havia comparecido ao ato obrigatório de formalização do benefício.
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Reprodução Goleiro Bruno foi ao Maracanã em jogo do Flamengo contra o Internacional / Reprodução Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias Conversas entre o goleiro Bruno e Bruninho SamúdioFoto/Portal LeoDias O goleiro Bruno, pai de Bruninho SamúdioCrédito: Reprodução Instagram @oficialbrunogoleiro O goleiro Bruno, pai de Bruninho SamúdioCrédito: Reprodução Instagram @oficialbrunogoleiro
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Com a decisão, Bruno tem cinco dias para se reapresentar ao sistema presidiário para voltar ao regime semiaberto. O processo de execução penal do ex-jogador foi transferido para o Rio de Janeiro em 2021, quando Bruno estava no regime semiaberto domiciliar. Em 2023, teve o direito de liberdade condicional concedido.
No entanto, ao longo dos últimos anos, Bruno ignorou convocações da Justiça para formalizar o benefício. Caso não se reapresente a Justiça em cinco dias, o ex-goleiro poderá ter um mandato de prisão expedido.






