Livre da ameaça de passar mais de oito anos atrás das grades, Leo Lins conversou com exclusividade com o portal LeoDias e abriu o jogo sobre os bastidores de sua absolvição na Justiça. E se engana quem pensa que o humorista estava perdendo noites de sono por conta do processo.
Em uma revelação surpreendente, ele confessou que já sabia do desfecho positivo do caso graças a uma previsão mística feita dentro de casa: “Sendo bem sincero, eu já sabia que seria absolvido, o tarô me disse isso. Meu irmão é tarólogo e já fez diversas previsões acertadas, inclusive a da sentença. Então, estava muito confiante”, contou o comediante.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Leo LinsReprodução / Instagram Leo LinsReprodução Instagram Leo Lins/ montagem Leo Lins em trecho de audiênciaFoto/Instagram
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Questionado se a vitória nos tribunais funciona como uma espécie de “passe livre” para falar o que quiser, Leo fez questão de traçar um limite, mas usou uma analogia direta para defender seu ganha-pão. Para ele, o teatro tem suas próprias regras de convivência.
“Criminalizar piadas em um palco equivale a prender um lutador por agressão em um ringue”, disparou. E, para provar que não pretende pisar no freio de seu estilo ácido, aproveitou para anunciar que lançará ainda nesta semana um novo espetáculo em seu canal no YouTube, ironicamente batizado de “Peste Branca”.
Sobre a torcida por sua condenação nas redes sociais:
Sobre o alívio de se livrar da pesada multa por danos morais, o artista ressaltou que a questão era muito mais profunda e envolvia toda a classe artística. Segundo ele, qualquer punição, por menor que fosse, abriria um precedente perigoso contra a arte, destacando que gosto pessoal ou moralidade não podem embasar condenações criminais no país.
E para a turma da internet que torcia fervorosamente por sua prisão e cancelamento definitivo? O comediante garante que não guarda rancor e descarta qualquer sentimento de vingança. Celebrando o apoio que recebeu, inclusive de quem não consome seu humor, mas que enxergou exagero na proporção da pena, ele deixou um recado direto aos críticos.
“Aos que torceram contra mim, desejo paz. Divergência de pensamento não deveria ser motivo de ódio. É triste ter como fonte de alegria a desgraça de alguém, ainda mais quando essa pessoa é inocente”, concluiu.






