Por Janaína Nunes
O que tirou Sarah do jogo não foi o trauma de Juliette, vencedora do “BBB21”, nem Ana Paula, sua adversária nesta edição. Foi a falta de coragem mesmo e a certeza de que estava correta em suas falas e atitudes. Se ela escolheu Ana como inimiga número 1 do jogo, tinha de ir para o embate até o fim e não ficar falando da jornalista por trás a cada minuto em que esteve na casa. Pior: a empresária sepultou sua permanência no reality ao não escolher a adversária para o paredão na dinâmica da semana passada. Um absurdo imperdoável!
Foi covarde, sim, e o público, assim como não suporta falsidade, não a perdoou por isso.
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Há quem queira levar a decisão (eliminação) para o lado político, alegando que uma é do lado A e a outra do lado B. Mas, vamos supor que seja verdade: o que isso tem a ver com o jogo? Quando você joga uma partida de dominó, damas ou truco, você se preocupa em vencer ou em saber em quem seu adversário vota? Jogo é jogo, e ninguém gosta de perder.
Não assisti ao “BBB16”, de Ana Paula, nem ao BBB 21, de Sarah, inteiros, mas assisto todos os dias à atual edição, e foi difícil concordar com Sarah. Como uma veterana pode entrar novamente em um reality já com hiperfoco em alguém? Não faz sentido! Por esse motivo, não dá para dizer que ela foi eliminada somente pelos cactos, como são chamados os fãs de Juliette. A empresária foi eliminada – com 69% dos votos – por quem gosta do jogo em si.
O melhor foi assistir a empreendedora levando bronca de seu melhor amigo, Gil do Vigor, no pós-eliminação “Bate-Bola”. Aliás, todo mundo deveria ter um amigo como Gil. Ele falou verdades na cara dela de forma tão didática e com tamanha indignação – e ao mesmo tempo aconselhando – que Sarah só conseguia rir sem graça. E vou confessar: foi gratificante.
Sarah poderia ter sido uma adversária maravilhosa se focasse no jogo, e não em Ana Paula — e não foi falta de aviso. Ela viu Aline e Matheus, que tiveram embates com a jornalista mineira, serem eliminados. Poderia ter recalculado a rota, mas o hiperfoco não deixou.
Como se não bastasse, ela saiu acreditando que poderia ser um paredão falso. Difícil, viu!






