1 fevereiro 2026

Protesto em Rio Branco cobra justiça por morte do cão Orelha e mais proteção aos animais

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Protesto em Rio Branco pede justiça pelo assassinato do cão Orelha — Foto: Lucas Thadeu/Rede Amazônica Acre

Manifestantes se reuniram na manhã deste domingo, 1º de fevereiro, em frente ao Palácio Rio Branco, sede do governo estadual, para pedir justiça pela morte do cão Orelha, animal comunitário assassinado após agressões em uma praia de Florianópolis (SC). O caso ganhou repercussão nacional e gerou atos em diversas cidades do país.

A mobilização na capital acreana foi convocada pela Associação Patinha Carente e contou com a participação de protetores da causa animal, moradores e pets. Com cartazes e faixas, o grupo criticou a violência sofrida pelo animal e cobrou punição rigorosa aos responsáveis, além de leis mais eficazes para a proteção dos animais.

Orelha foi brutalmente espancado e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser submetido à eutanásia, o que aumentou ainda mais a comoção popular. Quatro adolescentes são investigados pelo crime. Dois deles chegaram a deixar o país em viagem familiar aos Estados Unidos, mas retornaram ao Brasil na última quinta-feira (29), após o avanço das investigações.

Entre os participantes do protesto em Rio Branco estava a agente comunitária Ivaldina Lopes, que levou o neto Luiz Fernando, de seis anos, para acompanhar o ato. Segundo ela, a presença da criança simboliza a importância de ensinar desde cedo o respeito à vida animal.

“É uma situação muito triste. Os animais são indefesos e precisam ser protegidos. A gente tem que amar, cuidar e respeitar. O que fizeram com o Orelha não pode ficar impune”, afirmou.

Manifestantes se reúnem na Avenida Paulista, Centro de SP, neste domingo (1°) em ato contra a agressão ao cão Orelha, em Florianópolis, Santa Catarina. — Foto: Montagem/g1/Reprodução/TV Globo

A família disse ainda que tomou conhecimento do caso após comentários feitos pela cantora sertaneja Ana Castela, o que motivou a decisão de participar da manifestação.

Além do Acre, protestos foram registrados em várias partes do país. Em São Paulo, defensores da causa animal ocuparam a Avenida Paulista, em frente ao Masp, pedindo a prisão dos envolvidos. Atos semelhantes também ocorreram em cidades do Paraná, como Curitiba e Toledo, reunindo moradores, ONGs e protetores independentes em defesa de punições mais severas para crimes de maus-tratos contra animais.

Informações via G1 Acre.

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