27 fevereiro 2026

Scheila Carvalho rebate críticas por sua mãe vender churros aos 84 após enchentes em MG

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As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira deixaram um rastro de destruição e colocaram a família de Scheila Carvalho no centro de uma polêmica nas redes sociais. Natural de Juiz de Fora (MG), a artista contou que o carrinho de churros da mãe, Eunice Ladeira, de 84 anos, ficou submerso durante a enchente. O episódio mobilizou seguidores, mas também gerou críticas direcionadas à dançarina.

Conhecida na região como “Tia Nicinha”, Eunice trabalha há anos vendendo churros em cidades próximas a Juiz de Fora, como Matias Barbosa. Apesar do prejuízo material, ela não se feriu. Scheila tranquilizou o público ao afirmar que a mãe estava em segurança e reforçou os pedidos de ajuda às vítimas da tragédia climática.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Carrinho da mãe de Scheila, Churros Tia NicinhaReprodução: Redes Sociais Scheila Carvalho com a filha Giulia, e a mãe, EuniceReprodução: Instagram/@scheilacarvalhooficial Scheila carvalhoReprodução: Redes Sociais Scheila CarvalhoReprodução: Instagram/Scheila Carvalho O trio fez parte de uma das formações mais conhecidas do grupo.Reprodução: Instagram

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O que surpreendeu a ex-integrante do grupo É o Tchan foi a repercussão em torno do fato de a mãe continuar trabalhando na rua aos 84 anos. Internautas questionaram se, por ser uma artista bem-sucedida, Scheila não deveria impedir a mãe de exercer essa atividade.

Em resposta às críticas, a dançarina explicou que a decisão partiu da própria Eunice. Segundo ela, o trabalho vai além da renda: representa convivência social, independência e satisfação pessoal. “As pessoas começaram a questionar o fato de minha mãe ainda trabalhar, dizendo que isso é um absurdo, porque eu sou rica, sou milionária. Mas talvez o que esteja faltando hoje seja entender que trabalho nem sempre é sobre necessidade. Minha mãe vende churros até hoje porque ama o que faz”, destacou.

Scheila afirmou que já sugeriu inúmeras vezes que a mãe se aposentasse ou se mudasse para a Bahia, onde vive com o marido, o cantor Tony Salles. No entanto, Eunice prefere permanecer em Minas Gerais, onde construiu sua história e mantém laços afetivos. A artista contou que a mãe evita viagens por medo de avião e navio, o que explica sua ausência em passeios familiares.

A dançarina disse ainda que respeita a autonomia da mãe e lamentou que o foco tenha se deslocado da tragédia para julgamentos pessoais. Para ela, o momento exige solidariedade às famílias atingidas pelas enchentes, que já deixaram desabrigados e provocaram danos em diversos municípios da região.

“Respeito a escolha dela. O que realmente me entristece é ver que, diante de tanta tragédia que atinge tanta gente, ainda exista mais julgamento do que empatia. O mundo anda mesmo doente”, pontuou. Scheila encerrou pedindo doações e orações para os moradores afetados pelas chuvas, ressaltando que, apesar da perda do carrinho de churros, o mais importante é que a mãe está bem.

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