Foi confirmada na manhã desta quarta-feira (18) a morte do professor de matemática Carlos Henrique Santos Espíndola, que atuava em Sena Madureira, no interior do Acre. De acordo com a família, o falecimento ocorreu às 8h05.
O educador estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto de Traumatologia e Ortopedia, em Rio Branco, onde tratava complicações decorrentes de uma pancreatite.
Ainda na noite de terça-feira (17), a mãe do professor havia informado que ele apresentava morte cerebral. Na ocasião, explicou que aparelhos mantinham o coração funcionando, mas os rins não respondiam sem o auxílio de máquina de diálise.
Segundo informações, Carlos começou a passar mal há cerca de um mês, enquanto ainda estava em atividade na escola. Ele foi levado para atendimento médico, onde recebeu o diagnóstico de pancreatite. Após alguns dias internado, o quadro se agravou, sendo necessária a transferência para a capital, onde permaneceu na UTI até esta quarta-feira.
Carlos Henrique havia sido empossado no último dia 21 de janeiro como servidor efetivo da rede estadual de ensino, após aprovação em concurso público realizado pela Secretaria de Estado de Educação do Acre. Atualmente, lecionava na Escola Estadual de Ensino Médio Dom Júlio Mattioli.
Em uma mensagem emocionada, a família pediu apoio neste momento difícil. “Vocês podem noticiar para amigos, alunos e grupos, mas pedimos que continuem orando por nós. Estamos desolados e pedindo a Deus força”, declarou.
Os familiares também informaram que o corpo do professor permanecerá em sua cidade natal, Rio Branco, e não será levado para Sena Madureira.
A morte do educador causou forte comoção entre alunos, colegas e toda a comunidade escolar, que prestam homenagens e mensagens de solidariedade nas redes sociais.


