Muito antes das it bags dominarem o Instagram, algumas mulheres já tinham seus nomes eternizados nas maiores maisons do mundo.
Não foi sorte. Foi influência, presença e construção de imagem. Essas bolsas não carregam só couro. Carregam história.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Gucci JackieReprodução: Internet Hermès KellyReprodução: Internet Hermès KellyReprodução: Internet Yves Saint Laurent LouLouReprodução: Internet Bvlgari SerpentiReprodução: Internet
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A magreza nunca foi só um corpo. Sempre foi um símbolo.
1. Lady Dior: Princesa Diana
Em 1995, Diana recebeu a bolsa como presente durante visita a Paris. Encantada, passou a usá-la constantemente em compromissos oficiais.
O modelo virou febre imediata. A Dior decidiu homenageá-la oficialmente: surgia a Lady Dior. Clássica, estruturada e eternamente associada à imagem de elegância e força feminina.
2. Hermès Birkin: Jane Birkin
Durante um voo nos anos 80, Jane Birkin comentou que não encontrava uma bolsa grande e prática o suficiente para sua rotina. O então presidente da Hermès estava ao lado dela.
Eles desenharam o modelo ali mesmo, em um guardanapo. Nascia a Birkin — funcional, espaçosa e hoje considerada uma das bolsas mais exclusivas do mundo.
3. Gucci Jackie: Jacqueline Kennedy Onassis
O modelo originalmente se chamava “Constance”. Mas Jacqueline Kennedy usava tanto a bolsa nos anos 60 que a Gucci decidiu rebatizá-la como Jackie. Minimalista, elegante e atemporal — exatamente como ela.
4. Bvlgari Serpenti: Elizabeth Taylor e o símbolo da serpente
Aqui a homenagem não é apenas a uma mulher específica, mas a um símbolo eternizado por uma delas.
Elizabeth Taylor era apaixonada pelas joias Serpenti da Bvlgari e ajudou a transformar a serpente em um dos maiores ícones da marca. A bolsa Serpenti carrega esse mesmo DNA: sensualidade, poder e magnetismo.
5. Hermès Kelly: Grace Kelly
A bolsa nasceu como “Sac à Dépêches”, nos anos 30. Mas tudo mudou em 1956, quando Grace Kelly — já princesa de Mônaco — usou o modelo para esconder a barriga da gravidez dos paparazzi.
A foto rodou o mundo. A elegância virou símbolo. E a Hermès rebatizou oficialmente a bolsa como Kelly. Hoje é uma das peças mais desejadas e valorizadas do mercado de luxo.


