A comparação entre gerações e estilos ganhou um novo capítulo com uma declaração de Cafu. Em entrevista ao PodPah, o ex-capitão da Seleção Brasileira afirmou que Neymar supera nomes consagrados do futebol mundial, incluindo Lionel Messi.
“No meu ponto de vista, o Neymar é maior que o Lionel Messi”, disparou. Na sequência, o ex-lateral fez uma ponderação ao comparar perfis dentro de campo: “Só que, talvez, o comprometimento do Messi seja diferente.” Ainda assim, manteve a avaliação sobre o protagonismo do brasileiro: “Mas dessas últimas gerações o Neymar é maior que todo mundo.” E reforçou: “O Neymar é maior que todo mundo, cara. Do que Messi, do que Cristiano Ronaldo, do que Kylian Mbappé.”
Veja as fotosAbrir em tela cheia Cafu defende profissionalização de árbitros após polêmicas do VARReprodução/Instagram: @calonestudios “É na Kings League e aqui”: Neymar desabafa após gol pelo SantosReprodução/X: @santosfc Lionel Messi em cobrança de faltaReprodução/x: @Argentina Reprodução/Conmebol
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Critério técnico e comparação direta
Ao ser questionado sobre os motivos da escolha, Cafu detalhou o que considera diferencial no jogo do atacante.:“Mais recurso, sem sombra de dúvida.” Em seguida, ampliou a análise: “Em qualidade técnica, bate nos dois.” Ao tratar de outro aspecto, fez uma distinção: “Agora, em termos de comprometimento, você fala do Cristiano Ronaldo, esquece.”
A declaração recoloca Neymar no centro das discussões sobre desempenho individual e comparação com outros protagonistas do futebol mundial, especialmente em relação ao jogador argentino, referência na modalidade.
Contexto na seleção e papel em debate
Além da comparação, Cafu também abordou o momento do camisa 10 em relação à seleção, atualmente comandada por Carlo Ancelotti. Fora da última convocação, o atacante segue como opção para a lista final que será definida antes do próximo Mundial.
Para o ex-jogador, o histórico recente da equipe influencia a forma como Neymar foi utilizado ao longo dos anos. “Neymar, durante 15 anos, não teve ninguém à altura dele, que pudesse dividir a responsabilidade dentro de campo.” Em seguida, completou: “Ele passou 15 anos tendo que bater falta, bater escanteio, brigar com o juiz, brigar com o torcedor, brigar com o treinador, brigar com a imprensa.”
Ao refletir sobre esse cenário, concluiu: “Ele assumiu tudo sozinho e está errado.” E acrescentou: “Isso é culpa dele? Não, infelizmente ele veio em uma geração que o raciocínio dele é dez vezes maior que os outros.”
Enquanto busca retomar espaço na seleção, Neymar segue atuando pelo Santos e tenta se firmar como opção para a convocação final prevista para maio.


