A crise no Oriente Médio e o estrangulamento do mercado global de combustíveis geraram uma nova mobilização internacional. O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, revelou que um bloco formado por 22 nações está articulando uma força-tarefa para reabrir o Estreito de Ormuz.
A rota marítima, vital para o escoamento de 20% de todo o petróleo consumido no planeta, encontra-se bloqueada pelo Irã desde o dia 28 de fevereiro, data que marcou o início do atual conflito. Em entrevistas concedidas às emissoras norte-americanas Fox News e CBS no domingo (22/3), Rutte explicou que o grupo reúne não apenas membros da aliança ocidental, mas também parceiros estratégicos da Ásia, Oceania e do próprio Oriente Médio.
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O chefe da Otan destacou que as autoridades militares desses países já trabalham de forma coordenada. O objetivo central é “atender ao chamado” e colocar em prática a visão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando restabelecer a livre navegação na região o mais rápido possível.
Apesar do tom de alinhamento, os detalhes operacionais dessa missão seguem sob sigilo. Rutte evitou explicar como a reabertura seria executada na prática, guardando também a lista completa dos governos envolvidos.


