Atenção: a matéria a seguir traz relatos sensíveis de agressão e abuso sexual e pode ocasionar gatilhos sobre estupro, violência contra a mulher e violência doméstica. Caso você seja vítima deste tipo de violência, ou conheça alguém que passe ou já passou por isso, procure ajuda e denuncie. Ligue para o 180.
Uma situação inesperada aconteceu nas últimas horas em torno do caso de estupro coletivo ocorrido em Copacabana. José Carlos Costa Simonin, pai de um dos jovens indiciados pelo crime e ex-subsecretário do governo do Rio de Janeiro, estaria desaparecido após passar por uma “tempestade” na família, afirmou a mulher dele.
A situação foi confirmada ao jornal O Globo pela esposa, mãe de Vitor Hugo Oliveira Simonin, um dos acusados, na última terça-feira (10/3). Segundo os alertas repassados à base do Segurança Presente, José Carlos foi visto pela última vez pelas ruas de Copacabana, na Zona Sul carioca.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Jovem acusado de estupro coletivo no RJReprodução Polícia do RJ procura por 4 jovens suspeitos de estupro coletivo contra adolescente de 17 anosReprodução Polícia do RJ procura por 4 jovens suspeitos de estupro coletivo contra adolescente de 17 anosDivulgação: Polícia Civil do Rio de Janeiro
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A família relatou que ele se encontra desorientado e estaria enfrentando um surto, pedindo que qualquer pessoa com informações entre em contato imediatamente. “Meu marido sumiu. Estamos contando com a ajuda de amigos para localizá-lo”, declarou a mulher.
O desaparecimento de Simonin acontece no olho do furacão, já que, há uma semana, no dia 3 de março, ele foi exonerado do cargo de subsecretário de Governança, Compliance e Gestão Administrativa do estado. A demissão ocorreu no rastro da enorme repercussão do crime envolvendo seu filho de 18 anos.
Vitor Hugo Oliveira Simonin e outros três rapazes foram formalmente indiciados pela 12ª Delegacia de Polícia pelo estupro qualificado de uma adolescente de 17 anos, ocorrido no final de janeiro. José Carlos chegou a protagonizar recentemente um ataque nas redes sociais contra Rodrigo Mondego, advogado da vítima, chamando-o de “vagabundo” e acusando-o de querer “cinco minutos de fama”.
Em resposta às ofensas, a defesa da jovem não recuou e informou que avalia denunciar Simonin por coação no curso do processo, devido à clara tentativa de intimidação.


