O departamento da Polícia Civil de São Paulo voltado a Proteção à Cidadania (DPPC) finalizou um relatório que encontrou indícios da existência de uma “associaçao criminosa profissionalizada” dentro da diretoria do São Paulo envolvendo o caso de fraudes na exploração de camarotes do Morumbis.
Segundo o documento ao qual o site Ge.globo teve acesso, ex-dirigentes do tricolor ligados à gestão de Julio Casares, que sofreu impeachment no começo deste ano, Rita de Cássia Adriana Prado, Mara Casares, Douglas Schwartzmann e Marcio Carlomagno formavam um grupo que vendia camarotes de forma ilegal possuindo uma “divisão de lucros fixa”.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Elenco são-paulino celebra classificação contra equipe colombiana.Rubens Chiri, Nilton Fukuda e Paulo Pinto/Saopaulofc Elenco são-paulino celebra classificação contra equipe colombiana.Rubens Chiri, Nilton Fukuda e Paulo Pinto/Saopaulofc Elenco são-paulino celebra classificação contra equipe colombiana.Rubens Chiri, Nilton Fukuda e Paulo Pinto/Saopaulofc
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A investigação se baseou em um caderno encontrado durante uma busca e apreensão no começo de janeiro em desdobramentos do inquérito policial aberto para averiguar o caso. É a primeira vez que Marcio Carlomagno, ex-superintendente do São Paulo, é apontado como “sócio” do esquema. Antes da queda de Casares, Carlomagno era apontado como provável sucessor na presidência do clube.
Em áudios divulgados no final de 2025, Douglas Schwartzmann, ex-diretor responsável pelas categorias de base, afirmou em conversa com Mara Casares, ex-esposa de Julio e ex-diretora de cultura do clube, que Carlomagno era o responsável por ceder o espaço para a venda ilegal.
Adriana Prado é apontada como “operadora logística e financeira” do esquema e o caderno apreendido foi encontrado na residência da mesma.


