Início / Versão completa
ENTRETENIMENTO

Crítica: “O Diabo Veste Prada 2” aposta na nostalgia e acerta ao amadurecer personagens

Por Portal Leo Dias 28/04/2026 21:34
Publicidade

Desde os primeiros rumores sobre a continuação de “O Diabo Veste Prada”, as reações se dividiram entre o medo de estragar uma história já consolidada e a animação nostálgica dos fãs. No entanto, a produção acerta ao situar a narrativa 20 anos à frente e conectar, com eficiência, a trama à atualidade, acompanhando também o amadurecimento da personagem de Anne Hathaway, Andy Sachs, junto ao público.

Publicidade

Na nova fase, Andy deixa de ser uma recém-formada para se tornar uma jornalista premiada que, após uma demissão em massa na empresa onde trabalha, recebe o convite para retornar à revista Runway. A missão é ajudar a recuperar a imagem de Miranda Priestly, vivida por Meryl Streep, diante das pressões e cancelamentos da internet.

Veja as fotosAbrir em tela cheia O Diabo Veste Prada/ Divulgação “O Diabo Veste Prada 2” será lançado nos cinemas em 30 de abrilCrédito: Divulgação “O Diabo Veste Prada 2” será lançado nos cinemas em 30 de abrilCrédito: Divulgação “O Diabo Veste Prada 2” será lançado nos cinemas em 30 de abrilCrédito: Divulgação “O Diabo Veste Prada 2” será lançado nos cinemas em 30 de abrilCrédito: Divulgação

Voltar
Próximo

Publicidade

Leia Também

Cultura
Andy Sachs está de volta: Anne Hathaway aparece pronta para “O Diabo Veste Prada 2”

Cultura
Andy e Miranda estão de volta! “O Diabo Veste Prada 2” ganha seu primeiro teaser

Famosos
Anne Hathaway escorrega e quebra salto durante filmagens de “O Diabo Veste Prada 2”

Cultura
Anne Hathaway grava primeiras cenas de “O Diabo Veste Prada 2” em Nova York

Ainda que a premissa mova a narrativa, o filme encontra sua força no desenvolvimento das relações e na evolução dos personagens, agora duas décadas mais velhos. Andy, Miranda, Emily, interpretada por Emily Blunt, e Nigel, vivido por Stanley Tucci, ganham novas camadas que refletem o tempo e as transformações pessoais e profissionais.

O roteiro de Aline Brosh McKenna e Lauren Weisberger equilibra referências contemporâneas na medida certa e aproxima o público, especialmente profissionais da comunicação, ao retratar situações cotidianas com as quais é fácil se identificar. Ao mesmo tempo, o longa aborda desafios reais da profissão, impactada pelo avanço da tecnologia e pela perda de práticas consideradas tradicionais.

Para quem cresceu se vendo em Andy e até escolheu a carreira influenciado pela personagem, a continuação funciona como um acalento. Já para o público em busca de entretenimento, o filme também entrega uma experiência envolvente.

A direção acerta ao incorporar referências visuais em algumas cenas ao longa original, criando um diálogo direto com a memória afetiva dos espectadores, assim como ao dar luz aos memes atemporais e reais da personagem de Meryl Streep utilizados pelos fãs do longa-metragem na web. O resultado é uma continuação que respeita a história original, expande seu universo e mantém a consistência narrativa, com um bom plot twist para a trama.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.