Se você assistiu e gostou do primeiro filme da franquia Mario Bros., de 2023, é muito provável que você compre a ideia de “Super Mario Galaxy”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (2/4). Com graça, referências e um bom equilíbrio entre nostalgia e inovação, o segundo filme é o cartão de visitas para que os encanadores dos videogames venham para ficar na sétima arte.
O filme começa no cenário de paz aparente no qual o primeiro longa terminou, mas as coisas não levam muito tempo para sair do eixo. Primeiramente, a história já introduz o Yoshi, que não possui um papel muito relevante na trama, além de ser um alívio cômico. Por mim, tudo bem. E para os bolsos também, visto que o dinossauro verde deve ser o principal ativo da Nintendo na venda de produtos e divulgação, de tão querido que o personagem é.
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Dentre os novos rostos apresentados em “Super Mario Galaxy” está a princesa Rosalina, que se torna alvo de Bowser Jr., filho do vilão derrotado no primeiro filme, que busca vingança. Nisso, os heróis partem para uma nova aventura.
Essa noção de movimentação é muito importante no filme, com deslocamentos, perseguições, trocas constantes de ambiente e desencontros. O ritmo é frenético e ajuda as cenas de ação e a descoberta de ainda mais personagens.
Assim como no primeiro longa, o carisma é parte essencial da história. O equilíbrio entre a fofura e o humor é o que faz Super Mario Galaxy ser um entretenimento simples.
Isso também sinaliza um defeito do filme, que é repetir a fórmula de sucesso do primeiro, um ponto em que outras sequências de animação esbarraram nos últimos anos, principalmente em “Divertidamente 2”. Mesmo redundante, a história ainda tem charme.
Para quem é fã de videogames das antigas, a aparição do Star Fox promete arrepios intensos, já que a maior parte dos novos personagens tem origem em jogos mais recentes da franquia Mario Bros. Ainda na toada nostálgica, há momentos em que gráficos dos jogos se confundem com os do filme. Todas as misturas ficaram lindas, e o resultado emociona.
Para as meninas, o segundo filme da franquia é ainda mais poderoso por tratar da história de origem da princesa Peach e apresentar quem dará as caras no terceiro filme em uma das cenas pós-créditos.
No mais, “Super Mario Galaxy” faz um copia e cola muito bom do primeiro filme, que foi um enorme sucesso de bilheteria. É diversão garantida para a criançada, mas também para os adultos, inclusive os marmanjos barbados, assim como eu. Como fã da franquia, posso ser suspeito, mas a sequência entrega o que se espera e emociona.
Nota: 8/10


