8 de julho de 2026

Em tempo recorde? PM correu para aposentar coronel preso por feminicídio

Em tempo recorde? PM correu para aposentar coronel preso por feminicídio
Em tempo recorde? PM correu para aposentar coronel preso por feminicídio

O escândalo da aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto ganhou contornos revoltantes. O que mais chama a atenção na publicação do Diário Oficial, nesta quinta-feira (2/4), não é apenas a manutenção de todos os privilégios financeiros, mas a velocidade com que a Polícia Militar se mobilizou para aprovar o benefício.

A corporação literalmente correu contra o tempo nos bastidores para conseguir aposentar o oficial, ignorando completamente a gravidade da situação. A concessão do benefício tramitou a jato e foi concluída em tempo recorde, um cenário que destoa da conhecida lentidão burocrática estatal.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Geraldo Leite Rosa Neto e Gisele Alves SantanaCrédito: Reprodução Instagram Geraldo Leite Rosa Neto e Gisele Alves SantanaCrédito: Reprodução Instagram Geraldo Leite Rosa Neto e Gisele Alves SantanaCrédito: Reprodução Instagram

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Enquanto a papelada voava nas mesas, Geraldo já se encontrava preso preventivamente e formalmente denunciado à Vara do Júri por feminicídio e fraude processual. Mesmo com as provas de que ele cometeu um crime contra a própria esposa, a soldado Gisele Alves Santana, e tentou forjar um suicídio para escapar da culpa, o sistema operou com agilidade.

Inúmeras pessoas ficaram revoltadas nas redes sociais, pontuando que, se a expulsão do militar saísse antes, ele perderia a farda e o salário. Com o “vapt-vupt” da aposentadoria, o tenente-coronel garantiu que sua conta bancária continue intacta todo mês, não importa o tempo que passe atrás das grades.