O presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, terá de prestar depoimento à polícia civil de São Paulo no caso que investiga uma possível lavagem de dinheiro em meio, falsidade ideológica e evolução patrimonial incompatível. O fato foi revelado em primeira mão pela jornalista Monica Bergamo e confirmado pela reportagem do Portal LeoDias.
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O inquérito policial foi instaurado após uma denúncia promovida pelos promotores Beatriz Lotufo Oliveira e Júlio César Matias Soares, que apontaram uma ” vultuosa evolução patrimonial desprovida de lastro”. A família de Bastos teria tido um crescimento acelerado de patrimônio nos últimos anos com a compra de imóveis na região de Taubaté, no interior de São Paulo.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução/Raul Baretta/ Santos FC Reinaldo Carneiro BastosReprodução/Instagram: @fpf_oficial Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de FutebolReprodução/X: @FPF_Oficial
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Segundo o documento, Bastos é investigado por operar uma rede com 32 empresas para dificultar o rastreamento do patrimônio adquirido ao longo dos anos. O dirigente teria se utilizado de trocas frequentes de sócios nestas empresas entre familiares e pessoas próximas para dificultar a identificação dos bens.
A defesa de Bastos nega irregularidades e diz que as “alegações infundadas e dissociada de qualquer embasamento documental”. O presidente da FPF também manifestou, através de sua defesa que irá prestar “declarações em sede policial e demonstrará documentalmente a inexistência de qualquer conduta irregular”.
O inquérito também investiga a venda da participação societária do presidente da FPF na empresa “Milclean Serviços Ltda.” por R$ 15,5 milhões, dos quais R$ 11,5 milhões teriam sido pagos em dinheiro vivo.


