A equipe do portal LeoDias flagrou uma confusão envolvendo a equipe de MC Ryan SP em frente ao Centro de Detenção Provisória I, na Chácara Belém, Zona Leste de São Paulo, onde o cantor está preso. Após uma roda de oração, Giovanna Roque, esposa do funkeiro, se negou a conversar com a imprensa e a equipe de segurança do artista afastou os repórteres presentes no local.
Uma das profissionais que fazia a cobertura afirmou ter sido empurrada por um funcionário do músico. Em meio ao barraco, a influenciadora foi para o carro e caiu no choro. No vídeo, é possível ouvir um dos seguranças negando a agressão. “Ela estava fazendo oração e todos nós respeitamos esse momento, fizemos apenas imagens. Quando acabou, ela saiu correndo e os seguranças vieram acompanhá-la enquanto a imprensa tentava fazer perguntas. Ela não queria falar e foi escoltada”, contou Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Giovanna Roque em frente à penitenciária onde MC Ryan SP está presoCrédito: Portal LeoDias MC Ryan SP e Giovanna RoqueCrédito: Reprodução Instagram/@giroquue MC Ryan e Giovanna RoqueCrédito: Reprodução Instagram/@imcryansp MC Ryan SPCrédito: Portal LeoDias MC Ryan SP é flagrado deixando o IMLCrédito: Portal LeoDias MC Ryan SP flagrado deixando o IMLCrédito: Portal LeoDias
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De acordo com a última decisão judicial, MC Ryan, MC Poze e Raphael Sousa, proprietário da página Choquei, assim como os demais investigados pela Operação Narco Fluxo, seguirão presos em suas respectivas penitenciárias. A medida contraria a determinação do habeas corpus e a possibilidade de recebimento do alvará de soltura, conforme solicitado pela defesa dos envolvidos.
A solicitação para impedir que eles fossem presos foi feita pelo ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou a redução do prazo da prisão temporária dos 36 investigados. Na decisão, que foi divulgada nesta quinta-feira (23/4), o juiz apontou que houve irregularidade ao determinar a prisão por 30 dias, já que o próprio pedido da polícia previa um prazo menor. Com isso, o período foi limitado a cinco dias.
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