Luisa Mell critica vídeo de Janja sobre consumo de carne de paca
A repercussão de um vídeo publicado nas redes sociais pela primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, mostrando o preparo de carne de paca, provocou forte reação da ativista Luisa Mell. Em seu perfil no Instagram, ela questionou a procedência do alimento e a exposição do consumo de um animal silvestre.
Luisa afirmou que o conteúdo pode estimular práticas prejudiciais ao meio ambiente ao naturalizar o consumo desse tipo de carne. Para ela, ainda que a origem seja legal, a divulgação por uma figura pública pode incentivar a caça e o interesse por espécies nativas.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Janja da Silva foi criticada por vídeo mostrando que cozinhava carne de pacaReprodução: Instagram/@janjalula Janja da Silva foi criticada por vídeo mostrando que cozinhava carne de pacaReprodução: Instagram/@janjalula Janja da Silva foi criticada por vídeo mostrando que cozinhava carne de pacaReprodução: Instagram/@janjalula Lula falando sobre a carne de paca preparada pela parceiraReprodução: Instagram/@janjalula Luisa MellCrédito: Marcos Alberti
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A ativista também levantou críticas ao uso do termo “carne de caça” no vídeo original, avaliando que a expressão transmite uma mensagem equivocada ao público. Segundo ela, a paca tem papel relevante no equilíbrio ambiental, atuando na dispersão de sementes, e sua exploração, mesmo em contextos regulamentados, levanta questionamentos sobre bem-estar animal e preservação.
Diante da repercussão, Janja afirmou nos comentários da publicação que a carne teria sido obtida de um criador autorizado pelo Ibama. “A carne foi presente de um produtor legalizado. Desde que proveniente de criadouros autorizados pelo Ibama, a carne de paca pode ser comercializada em nosso país”, escreveu em seu perfil. Porém, até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a origem nem apresentados documentos públicos que comprovem a regularidade.
Em sua manifestação, Luisa disse que pretende acompanhar o caso e cobrar transparência. Ela destacou que sua atuação não depende de quem esteja envolvido e que continuará exigindo esclarecimentos.
O caso ampliou a discussão sobre os limites éticos do consumo de fauna silvestre e o impacto que figuras públicas podem ter ao compartilhar esse tipo de conteúdo.
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