A Federação Italiana de Futebol deu início ao processo de definição de um novo comando técnico para a seleção nacional após mais uma ausência em Copa do Mundo. Fora do torneio pela terceira edição consecutiva, a equipe foi eliminada pela Bósnia nos pênaltis, em duelo válido pela repescagem europeia.
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O planejamento da entidade prevê uma reestruturação profunda com foco no ciclo até 2030. O principal alvo é Pep Guardiola, atualmente no comando do Manchester City. A possibilidade é tratada como prioridade interna, embora envolva entraves contratuais e financeiros.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Pep Guardiola é treinador do Manchester CityReprodução Reprodução/@azzurri Pep Guardiola é treinador do Manchester CityReprodução/Instagram: @city
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De acordo com o jornal La Gazzetta dello Sport, a negociação é considerada complexa. O treinador possui vínculo com o clube inglês até 2027, o que exigiria uma saída antecipada para assumir a seleção. Para viabilizar a contratação, a federação trabalha na elaboração de um projeto esportivo e econômico capaz de atrair o técnico, que já manifestou, em outras ocasiões, interesse em dirigir uma equipe nacional.
A eventual chegada do espanhol representaria uma mudança estrutural no modelo de jogo da seleção italiana, com respaldo interno entre diferentes setores ligados ao futebol do país.
Enquanto avalia o cenário internacional, a federação também mantém alternativas no mercado doméstico. O nome mais bem posicionado é o de Roberto Mancini, responsável por conduzir a Itália ao título da Eurocopa de 2020. A escolha é vista como uma opção de reconstrução com base em um trabalho já conhecido, embora vinculada ao ciclo recente que culminou nas eliminações.
Outros dois treinadores integram a lista de possibilidades: Massimiliano Allegri, atualmente no Milan, e Antonio Conte, que comanda o Napoli. Ambos possuem contratos em vigor com seus clubes, o que demandaria negociações para liberação ou a construção de um modelo alternativo de atuação conjunta.
No caso de Conte, a publicação italiana aponta maior dificuldade nas tratativas, em razão do histórico do presidente do clube napolitano, Aurelio De Laurentiis, conhecido por adotar postura rígida em negociações.
A definição do novo treinador é tratada como prioridade para garantir tempo de preparação antes do próximo compromisso oficial. A Itália volta a campo no dia 25 de setembro, quando enfrentará a Seleção da Bélgica pela Liga das Nações da UEFA.


