A inauguração da nova estação do monotrilho que liga o Aeroporto de Congonhas à malha metroferroviária de São Paulo marca um avanço aguardado há anos e coloca a BYD no centro de um dos projetos de mobilidade urbana mais importantes do país. Em entrevista concedida ao titular deste portal, Leo Dias, durante o evento de inauguração nesta terça (31/3), o vice-presidente sênior da BYD Brasil, Alexandre Baldy, destacou o papel decisivo da empresa na retomada e conclusão da chamada Linha 17-Ouro.
O sistema utiliza o modelo SkyRail, tecnologia de monotrilho considerada entre as mais modernas do mundo, com capacidade para transportar até 600 passageiros por composição. A inovação, segundo Baldy, reflete a expertise da empresa, conhecida globalmente por seus carros elétricos, agora aplicada ao transporte público.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Monotrilho da Linha 17-Ouro, em São PauloDivulgação: Metrô de São Paulo Linha 17-Ouro, em São PauloReprodução: Globo Vice-presidente da BYD, Alexandre BaldyReprodução: Portal LeoDias BYD irá trazer carregador de carros elétricos mais rápido do mundo para o BrasilCrédito: Vitória Drehmer/Autoesporte BYD Dolphin MiniDivulgação: BYD
Voltar
Próximo
Leia Também
Notícias
BYD investe R$ 5,5 bilhões para dobrar produção no Brasil e acelerar expansão
Vida e Estilo
Potência, confiança e tecnologia: Nattan escolhe BYD para acompanhar ritmo acelerado
Notícias
Carro elétrico lidera vendas no Brasil pela primeira vez com o BYD Dolphin Mini
Notícias
Localiza anuncia aquisição de 10 mil veículos da BYD em dois anos
A obra, que chegou a ficar paralisada por anos, enfrentava o desafio de adaptar novos equipamentos a uma estrutura já construída. Foi nesse contexto que a BYD entrou no projeto, desenvolvendo um sistema capaz de operar sobre a base existente, evitando a demolição e reconstrução completa da linha. A solução não apenas viabilizou a conclusão do monotrilho, como também representou economia de recursos públicos.
“A BYD trouxe toda a capacidade, desenvolvimento e tecnologia para poder utilizar a estrutura existente, para que ela não fosse demolida. Se a BYD não tivesse se colocado à disposição, com todo o know-how, toda a tecnologia, com milhões de investimentos, para desenvolver um trem que tivesse capacidade de rodar nessa estrutura de concreto, que estava pronta, que estava construída, a cidade de São Paulo, o governo do Estado, teria que destruir a linha para poder construí-la novamente”, destacou. A iniciativa permitiu que a linha finalmente se tornasse realidade, conectando o aeroporto, um dos mais movimentados do Brasil, a importantes eixos da cidade.
Além do impacto na mobilidade urbana, o projeto reforça o posicionamento da BYD como uma empresa de inovação ampla, que vai além do setor automotivo. Durante a entrevista, também foi apontado o potencial de expansão da companhia em áreas como armazenamento de energia e desenvolvimento de baterias, considerados mercados estratégicos para o futuro. “Certamente, eu acredito muito no investimento, no que se fala de armazenamento de eletricidade. Eu acho que a BYD tem muito a contribuir com o Brasil”, finalizou o executivo.


