7 de julho de 2026

Adolescente é detido após ameaçar professora de morte e falar em ”soltar bomba” em escola de Rio Branco

Adolescente é detido após ameaçar professora de morte e falar em ”soltar bomba” em escola de Rio Branco

Um adolescente foi detido na tarde desta quinta-feira (14) após ameaçar de morte uma professora da Escola Raimundo Gomes de Oliveira, localizada no Conjunto Tucumã, em Rio Branco.

Segundo informações preliminares, a confusão começou dentro da sala de aula após o estudante sentar em uma cadeira diferente da habitual e iniciar conversas paralelas durante a aula.

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Discussão terminou em ameaça

De acordo com relatos, a professora pediu que o aluno retornasse ao lugar e evitasse atrapalhar a aula. A orientação teria provocado uma discussão intensa entre os dois.

Durante o desentendimento, o adolescente se exaltou e ameaçou matar a professora.

Ainda segundo testemunhas, o estudante afirmou conhecer integrantes de facções criminosas e teria dito que chamaria “os caras para resolver a situação”.

Aluno também teria falado em “soltar bomba”

Uma testemunha ocular relatou ainda que o jovem teria mencionado a possibilidade de “soltar uma bomba na escola para matar todo mundo”.

A situação gerou tensão entre alunos e funcionários da unidade de ensino, principalmente após episódios recentes de violência registrados em escolas brasileiras.

Polícia Militar foi acionada após ameaças em escola de Rio Branco | Foto: Reprodução

Polícia Militar foi acionada

Uma guarnição do Polícia Militar do Acre, ligada ao 1º Batalhão, foi acionada e esteve no local.

A professora, o adolescente e uma testemunha foram encaminhados à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para prestar esclarecimentos.

Na delegacia, o jovem confirmou que xingou a professora e que fez ameaças de morte. No entanto, negou que pretendesse atacar a escola com explosivos.

Caso será investigado

Após o atentado ocorrido recentemente no Instituto São José, as autoridades acreanas seguem em alerta para evitar novos episódios de violência dentro das escolas.

O caso deverá ser encaminhado para a delegacia especializada, que ficará responsável pela investigação e pelas medidas cabíveis.

Por David Chessmon