Início / Versão completa
ENTRETENIMENTO

Alvo de críticas, Juliano Cazarré detalha curso para homens e gera debate

Por Portal Leo Dias 13/05/2026 11:34
Publicidade

O ator Juliano Cazarré virou o centro de um intenso debate nas redes sociais nas últimas semanas. O motivo do alvoroço é o lançamento do seu novo curso presencial, “O Farol e a Forja”, voltado para o público masculino. Alvo de críticas na web, especialmente de atrizes e colegas da classe artística, o projeto ganhou novos holofotes após o artista detalhar o propósito das aulas: ensinar os homens a “servirem”.

Publicidade

Durante sua participação no programa “GloboNews Debate”, exibido na última terça-feira (12/5), o ator foi questionado sobre qual é o perfil de indivíduo que a sua mentoria pretende moldar. Sem meias palavras, ele defendeu a figura do provedor e protetor.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre

Voltar
Próximo

Publicidade

Leia Também

Famosos
Fábio Porchat ironiza Juliano Cazarré e debocha de curso para “fortalecer homens”

Redes Sociais
Caio Castro, Luiza Possi e mais: famosos manifestam apoio a Juliano Cazarré após polêmica

Famosos
Juliano Cazarré solta o verbo em vídeo e rebate críticas sobre curso: “Preferem demonizar”

Famosos
Esposa de Juliano Cazarré se pronuncia após polêmica e dá “cutucada” em atrizes

“Basicamente, homens que sirvam. O homem que não sabe resolver um problema, ele é em si um problema”, disparou Juliano. Ele reforçou que o foco das palestras é criar homens dedicados à família, à esposa, à sociedade e, por se tratar de um evento com viés católico, a Deus.

A polêmica sobre o tema, por outro lado, vai muito além da ementa do curso. O ator justificou a criação da iniciativa como uma resposta a um movimento que, segundo ele, marginalizou o público masculino. Para o artista, ele está dialogando com uma geração “esquecida”, que passou os últimos 20 anos ouvindo que a masculinidade é, por essência, “tóxica”.

O discurso inflamou a bancada e foi prontamente rebatido pela psicanalista Vera Iaconelli, que também participava da atração. Contestando a visão exposta por Juliano, ela deu um choque de realidade sobre os índices de violência de gênero. A profissional pontuou que o apelo feminino não é um ataque à existência do homem, mas sim um pedido de sobrevivência.

“Quando as mulheres falam ‘parem de nos matar’, elas não estão falando ‘parem de ser homens’. Sejam outro tipo de homem, repensem a masculinidade”, cravou a especialista.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.