O técnico Carlo Ancelotti viverá um momento dos mais delicados e estratégicos desde que assumiu a Seleção Brasileira. Na próxima segunda-feira (18/5), horas depois de anunciar os convocados para a Copa do Mundo de 2026, ele estará ao vivo na bancada do Jornal Nacional, da TV Globo.
A entrevista acontece justamente no dia da divulgação da lista oficial de jogadores que disputarão o Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá. E, naturalmente, será o primeiro grande termômetro público da relação entre Ancelotti, imprensa e torcida brasileira.
A expectativa é enorme porque toda convocação sempre produz reações imediatas. Uns aprovam, outros questionam ausências, insistências e escolhas pessoais do treinador. No caso de Ancelotti, o cenário ganha ainda mais peso por se tratar de sua primeira Copa no comando do Brasil.
A presença do italiano no “Jornal Nacional” também é vista como um movimento importante da Globo dentro da cobertura do Mundial. Afinal, dificilmente haverá espaço de maior repercussão no país para explicar, defender e sustentar suas decisões logo após a convocação.
E aí está o tamanho do desafio: agradar a todos numa lista de Copa é impossível. O problema é que, no futebol brasileiro, algumas escolhas costumam repercutir por semanas.
Às vezes, por anos.


