Acre quer ampliar aplicativo Escola Segura para toda a rede estadual até o fim do ano
O aplicativo Escola Segura nas escolas estaduais do Acre deve ser ampliado para toda a rede pública de ensino até o final deste ano. A meta foi anunciada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que pretende expandir o sistema de resposta rápida a emergências para reforçar a proteção de estudantes, professores e servidores.
Atualmente, o programa já funciona em 47 escolas estaduais distribuídas entre a capital e municípios do interior.
O sistema opera por meio de um botão S.O.S disponível no aplicativo, que pode ser acionado pelo gestor escolar ou profissional responsável em situações de emergência. Assim que o alerta é emitido, o chamado chega ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), permitindo o monitoramento em tempo real da localização da unidade escolar.
Com isso, equipes da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros mais próximas são enviadas imediatamente ao local.
Segundo o secretário de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, o uso da tecnologia tem fortalecido a capacidade de resposta diante de ocorrências dentro do ambiente escolar.
“Até o momento, foram registrados 25 acionamentos do aplicativo. Estamos utilizando a tecnologia ao nosso favor para manter crianças e adolescentes mais seguros dentro das escolas, possibilitando uma resposta mais rápida durante emergências”, afirmou.
Hoje, o Programa Escola Segura atende 34 escolas em Rio Branco, cinco em Cruzeiro do Sul, cinco em Brasiléia, uma em Epitaciolândia, uma em Assis Brasil e uma no Bujari.
De acordo com o cronograma da Sejusp, a expectativa é que 80% das escolas estaduais já estejam integradas ao sistema até o início do segundo semestre.
O diretor operacional da Sejusp, Atahualpa Ribera, explica que o planejamento prevê a expansão para toda a rede estadual até dezembro.
“Esperamos que, até o final do ano, o sistema esteja instalado em 100% das escolas estaduais, tanto na capital quanto no interior”, afirmou.
A secretaria também já avalia a possibilidade de ampliar futuramente o projeto para escolas municipais, levando a tecnologia de segurança a mais estudantes acreanos.