22 de junho de 2026

“Custo Amazônia”: SEE supera desafios logísticos para reformar escola em Feijó

“Custo Amazônia”: SEE supera desafios logísticos para reformar escola em Feijó
“Custo Amazônia” faz com que a SEE realize toda uma logística para garantir os materiais nas escolas indígenas. Foto: Departamento de Manutenção/SEE

O conceito de “custo amazônico”  que define o encarecimento de obras devido às dificuldades geográficas da região foi um dos temas centrais defendidos pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) durante o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (Foncede), em Belém (PA). Na prática, esse desafio é visível na manutenção da Escola Estadual Indígena Benjamin Kampa, situada no isolado alto rio Envira, em Feijó.

Para garantir a melhoria da infraestrutura nesta unidade, a SEE mobilizou uma complexa logística de transporte fluvial para levar materiais de construção a locais de difícil acesso. O esforço visa assegurar que os alunos indígenas tenham as mesmas condições de aprendizado que os estudantes das zonas urbanas.

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Transformação Estrutural no Alto Rio Envira

As intervenções na escola Benjamin Kampa são abrangentes e buscam resolver problemas históricos de infraestrutura. O projeto inclui:

  • Construção de uma nova sala de aula.

  • Instalação de banheiro e refeitório.

  • Cercamento completo da unidade escolar para maior segurança.

  • Perfuração de um poço artesiano para garantir água potável à comunidade.

A arquiteta Maisa Andrade, responsável pela obra, explica que o cronograma físico-financeiro é seguido rigorosamente para otimizar o uso dos materiais que chegam via rio. “Há todo um esforço da Secretaria para que esses materiais alcancem a escola, permitindo um trabalho de melhorias que impacta diretamente na aprendizagem”, destacou a profissional.