O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), segue avançando com os serviços de recuperação de ramais na região da Transacreana, em Rio Branco. As ações contemplam os ramais Noca, Zé Branquinho, Liberdade, Macapá, Capela e Escondido.
O objetivo é melhorar as condições de tráfego para moradores da zona rural e garantir o escoamento da produção agrícola, especialmente após os impactos provocados pelo inverno amazônico.
As equipes executam serviços de reabertura de vias, drenagem, retirada de pontos críticos e preparação de aterros em diversos trechos da região.
No Ramal do Noca, duas máquinas estão mobilizadas: uma retroescavadeira e um trator de esteira. Os trabalhos incluem a reabertura da estrada, drenagem e recuperação de pontos considerados críticos.
Já no Ramal do Zé Branquinho, uma escavadeira hidráulica atua na limpeza da vegetação, preparação de aterros e recuperação de trechos danificados pelas chuvas.
As frentes de serviço também avançam no Ramal Liberdade, com recuperação de oito quilômetros de estrada vicinal, e no Ramal Macapá, onde ocorre a reabertura de 14 quilômetros da via rural. Os serviços de drenagem e retirada de pontos críticos seguem ainda nos ramais Capela e Escondido.
Segundo o Deracre, os ramais localizados após o quilômetro 33 da Transacreana são de responsabilidade do governo do Estado. Já os acessos antes desse trecho ficam sob responsabilidade da Prefeitura de Rio Branco.
O presidente do Deracre, Roberto Assaf, destacou que os trabalhos seguem orientação da governadora Mailza Assis para priorizar os trechos mais afetados pelas fortes chuvas.
“Estamos atuando nos pontos mais afetados pelo inverno para garantir o acesso das famílias rurais, bem como assegurar condições para o escoamento da produção. Esse é um compromisso do governo do Estado com quem vive e trabalha na zona rural”, afirmou Assaf.
As ações fazem parte da política estadual de manutenção da malha viária rural e apoio às comunidades do interior. Durante o inverno amazônico, muitos desses trechos acabam comprometidos devido ao volume intenso de chuvas, dificultando o deslocamento de moradores e produtores rurais.



