Jornalista revela motivo do tapa de primeira-dama em Macron; governo tentou ignorar o caso
Quem lembra do famoso tapa que o presidente francês, Emmanuel Macron, levou da primeira-dama, Brigitte Macron, ao desembarcar no Vietnã em maio do ano passado? O que o governo tentou vender na época como um “momento de cumplicidade” teria sido, na verdade, o ápice de uma crise de ciúmes provocada por mensagens de uma atriz de cinema.
A revelação foi feita na quarta-feira (13/5) pelo jornalista Florian Tardif, da revista Paris Match, no lançamento de seu livro, “Un Couple Presque Parfait” (Um Casal Quase Perfeito). Segundo a apuração, a agressão ocorreu logo após Brigitte flagrar uma notificação no celular do marido durante o voo: uma mensagem da atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani, de 42 anos.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Emmanuel MacronReprodução / X Emmanuel Macron – Internet Reprodução Emmanuel MacronReprodução / X
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O repórter detalhou em entrevista à rádio RTL que o líder centrista mantinha um “amor platônico” com a artista há meses e que a relação virtual ia muito além do que o público imaginava. De acordo com o livro, o conteúdo exato do texto não era uma prova cabal de traição física, mas carregava segundas intenções que destruíram a confiança da primeira-dama.
“O que magoara Brigitte não é tanto o conteúdo da mensagem, mas o que ela implicava: uma possibilidade. Uma porta entreaberta para um mundo que ela pensava controlar”, revelou uma fonte ligada à família. O informante destacou ainda que a primeira dama se sentiu profundamente rebaixada pela situação, agravada pelo fato de a “rival” ser uma mulher muito mais jovem.
Na época do escândalo em Hanói, o Palácio do Eliseu fez malabarismos para abafar o caso. A sede do governo chegou a negar o tapa, depois mudou o tom para uma “brincadeira” e, acuada pelas imagens de Macron tentando disfarçar com um sorriso amarelo para as câmeras, admitiu tratar-se apenas de uma “briguinha de casal”.