Novela escrita para Marina Ruy Barbosa e Alexandre Nero vira trunfo em negociação com a Globo
A negociação de Marina Ruy Barbosa com a Globo para protagonizar “Paraíso Perdido” já é conhecida nos bastidores. O que não tinha sido colocado com tanto peso — e que agora faz diferença — é o principal argumento da emissora para fechar o acordo: a novela foi escrita pensando nela.
O projeto também foi desenhado para Alexandre Nero, que já aceitou o convite e está confirmado na produção. A ideia do autor George Moura, em parceria com Sergio Goldenberg, é clara desde o início: reeditar a dupla que marcou “Império” e apostar novamente na química que funcionou com o público. Esse fator, hoje, é o que mais pesa a favor da assinatura de Marina.
Leia Também
Carla Bittencourt
Globo renova contrato com Belo e cantor já tem novo trabalho na emissora
Carla Bittencourt
Joélly acerta contas com Lena em “Três Graças” e vira o jogo em cena decisiva
Carla Bittencourt
Crossover na Globo: João Raul invade programa de Daniel e mistura novela com música
Carla Bittencourt
Talita Younan é escalada para viver a mulher de Zeca Pagodinho em filme
Desde que optou por não renovar seu contrato fixo com a Globo, a atriz passou a tratar cada projeto de forma pontual. Mais seletiva, ela evita decisões automáticas — o que torna qualquer negociação mais criteriosa. Nesse cenário, entrar em uma obra pensada especialmente para ela muda o jogo.
Há também um componente pessoal importante. Marina e Nero mantêm uma relação próxima fora das telas, o que naturalmente traz mais segurança para um trabalho que promete ser intenso.
“Paraíso Perdido” será baseada na obra de Nelson Rodrigues, com 40 capítulos e foco em conflitos familiares densos, no estilo característico do autor. A produção segue o modelo do streaming: estreia no Globoplay e, depois, exibição na TV aberta.
Atualmente, Marina grava a segunda temporada de “Tremembé”, com trabalhos previstos até junho. Já as gravações da nova novela estão programadas para começar no segundo semestre. Com Nero já confirmado, o projeto avança.
E, nos bastidores, a avaliação é direta: quando a história já nasce com nome e sobrenome definidos, dizer “não” fica muito mais difícil.