Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21/5) após ser alvo de uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o MP, comprovantes de depósitos bancários e conversas pedindo transferências de dinheiro foram algumas das evidências que levaram a polícia a prender a influenciadora.
A empresária teve a suspeita de envolvimento com o PCC após a investigação ter acesso a três operações diferentes em sua conta bancaria no dia 5 de agosto de 2020. A primeira no valor de R$ 2.000,00 foi realizada às 14h49. A segunda, de R$ 3.000,00, às 14h51; e a terceira, de R$ 5.000,00 às 14h52.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Deolane horas antes de ser presaReprodução: Instagram/@deolane Deolane Bezerra (Foto: Reprodução/Instagram) Deolane BezerraReprodução: Instagram/@deolane Deolane BezerraReprodução: Instagram/@deolane Deolane Bezerra com roupa brilhosa e cabelo solto posando na escadaReprodução: Instagram
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De acordo com as autoridades, os depósitos foram feitos por um homem identificado como Ciro César Lemos, acusado de lavar dinheiro para a família de Marcola, líder da facção, preso desde 1996.
Ciro e a sua esposa, Elidiane Saldanha Lopes Lemos, foram condenados sob a acusação de serem “laranjas” do PCC em uma transportadora de veículos. O casal teria lavado R$ 23,7 milhões para os criminosos com a empresa que ficava ao lado do presídio de Presidente Venceslau (SP). Lemos foi condenado a 14 anos e 10 meses de prisão e Elidiane foi condenada e 11 anos e três meses.
A investigação do MP também aponta outra imagem que mostra uma negociação entre duas pessoas por um valor a ser depositado na conta de Deolane. O solicitante do dinheiro pergunta quanto será enviado para a influenciadora, para “estar fechando com o pessoal”. A tratativa foi feita em 20 de setembro de 2020.
Além de receber dinheiro dos laranjas do PCC, as autoridades também indicaram que a influenciadora recebia pagamentos de Everton de Sousa, comparsa do irmão de Marcola. O homem era conhecido como “Gordão” e foi preso em 27 de outubro de 2021 por lavagem de dinheiro para o PCC.
Em interrogatório judicial, ele disse que pagava R$ 5.000 por mês pelo aluguel de um apartamento de propriedade da influenciadora. O aluguel em questão seria de um apartamento na Rua Anália Franco, no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo.


