Thaila Ayala relatou um episódio delicado envolvendo a filha caçula, Tereza, de 3 anos, que a deixou em estado de alerta. Durante participação no programa “Mil e Uma Tretas”, a atriz contou que chegou a cogitar a possibilidade de a menina estar sofrendo algum tipo de abuso após ouvir um termo diferente para se referir às partes íntimas.
Casada com Renato Góes, Thaila explicou que ela e o marido sempre trataram o tema de forma transparente dentro de casa. Segundo a artista, desde os primeiros cuidados com os filhos, Francisco, de 4 anos, e Tereza, o casal adotou o hábito de pedir permissão antes da higiene íntima, buscando ensinar noções de consentimento e respeito ao corpo.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Thaila Ayala e a filha Tereza no lançamento do livro de Isis ValverdeReprodução/LeoDias TV Reprodução TV Brasil Thaila Ayala desabafa sobre tensão dos filhosFoto/Instagram Leo Dias Reprodução Thaila Ayala foi guia turística do marido, Renato Góes, em ParisCrédito: Reprodução Instagram @thailaayala
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A atriz também afirmou que faz questão de utilizar os nomes corretos dos órgãos genitais das crianças, justamente para facilitar o diálogo e identificar qualquer situação fora do comum. Por isso, ela se assustou ao ouvir a filha usar um apelido inesperado.
“Isso era um diálogo aberto dentro de casa. Quem dá banho são basicamente a mãe, o pai, a babá e minha cunhada. Não tenho família própria, então somos nós. Isso é acordado desde sempre. Já até conversei sobre isso na escola com a única responsável por trocar a fralda da minha filha”, contou.
Em seguida, Thaila relembrou o momento em que entrou em desespero ao ouvir a palavra dita pela menina. “Outro dia, do nada, a minha filha solta um apelido que nem lembro… Vocês não estão entendendo: eu quase desmaiei. Comecei a tremer na hora. Tremia, tremia, tremia, passava mal, porque ali você já pega um possível abuso”, disse.
A atriz explicou que a reação imediata aconteceu porque muitos abusadores costumam usar “apelidinhos” ou termos diferentes para se referir às partes íntimas das vítimas, o que a fez imaginar o pior cenário.
Apesar do susto, Thaila descobriu posteriormente que o apelido havia sido usado pela babá da criança, sem qualquer intenção maliciosa. Aliviada, ela afirmou que a situação reforçou ainda mais a importância de manter conversas abertas com os filhos e atenção às mudanças na rotina. “Falei: ‘Menos mal’. Mas só ali você já pode proteger sua criança, ao saber que alguma coisa da rotina mudou, só por dar o nome real”, concluiu.



