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TJAC oferece acolhimento a vítimas de violência no Acre e promove recomeço com apoio psicológico

Por Marleide 02/05/2026 13:14
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O acolhimento a vítimas de violência no Acre pelo TJAC tem transformado a vida de pessoas que enfrentaram situações de agressão e vulnerabilidade. Por meio do Centro de Atenção às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (Ceavi), o Tribunal de Justiça do Acre oferece escuta qualificada, apoio psicológico, orientação jurídica e assistência social para vítimas e familiares.

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“Tem alguém que está me ouvindo, alguém que está aqui para segurar a minha mão caso alguma coisa aconteça”, relata Cristina*, uma das atendidas pelo serviço, ao descrever o impacto do acompanhamento recebido.

Cristina, de 29 anos, é uma das muitas vítimas que encontraram no Ceavi um espaço seguro para recomeçar. Após anos vivendo em situação de violência doméstica, ela passou a receber acompanhamento contínuo de uma equipe multidisciplinar formada por psicólogos, assistentes sociais e profissionais do direito.

Segundo ela, o suporte foi decisivo para retomar a autonomia e cuidar dos filhos com mais segurança.

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Atendimento especializado e humanizado

O Ceavi, criado em 2022, já realizou centenas de atendimentos no Acre, oferecendo acolhimento mesmo em casos em que o crime ainda não foi julgado ou o agressor não foi identificado.

Ao todo, o serviço já ultrapassou 400 atendimentos e segue em expansão, com registros de casos envolvendo violência doméstica, abuso sexual, tortura e outras violações de direitos.

Como funciona o Ceavi

O Centro atende vítimas diretas e indiretas de crimes, garantindo suporte psicológico, jurídico e social. O acesso pode ocorrer por encaminhamento do sistema de Justiça, pela rede de proteção ou por iniciativa da própria vítima.

O serviço funciona em unidades em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, com atendimento presencial e também via WhatsApp, ampliando o acesso à população.

Política de proteção às vítimas

O trabalho do Ceavi segue diretrizes nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta o tratamento humanizado às vítimas e busca evitar a revitimização.

No Acre, o serviço foi estruturado pelo TJAC para garantir acolhimento integral e fortalecer a rede de proteção social.

Com informações do TJAC.

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