Trump diz que reunião com Lula na Casa Branca foi “muito produtiva”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta quinta-feira, 7, sobre o encontro realizado com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, na Casa Branca, em Washington.
Por meio das redes sociais, Trump classificou a reunião como “muito produtiva” e afirmou que os dois governos discutiram temas estratégicos envolvendo comércio internacional e tarifas econômicas.
“Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o dinâmico presidente do Brasil. Discutimos diversos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas. A reunião foi muito produtiva”, escreveu o presidente norte-americano.
Trump também informou que representantes dos dois países continuarão mantendo reuniões técnicas nas próximas semanas para aprofundar os assuntos debatidos durante o encontro.
“Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, acrescentou.
Lula chegou à Casa Branca por volta das 12h, no horário de Brasília, e permaneceu no local por aproximadamente três horas. Diferentemente do que estava previsto inicialmente, os dois presidentes não concederam entrevista coletiva conjunta após a reunião.
Durante o encontro fechado no Salão Oval, os líderes discutiram temas ligados ao combate ao crime organizado, relações comerciais, minerais críticos e cooperação bilateral entre Brasil e Estados Unidos.
Após a reunião oficial, Lula e Trump participaram de um almoço reservado na Casa Branca.
O presidente brasileiro foi recebido por Trump na entrada oficial da residência presidencial norte-americana, em cerimônia com tapete vermelho, antes do início da agenda diplomática.
O encontro ocorreu cerca de sete meses após a última reunião entre os dois líderes, realizada em outubro do ano passado, na Malásia.
Do lado brasileiro, uma das prioridades da reunião foi a discussão sobre medidas de cooperação internacional no enfrentamento ao crime organizado, além das negociações envolvendo tarifas comerciais que ainda afetam setores da economia brasileira.