A televisão e aqueles que cuidam dela precisam entender que os tempos mudaram e nem mesmo é o caso do “se não pode com seu adversário, alie-se a ele”.
Ao contrário.
O YouTube, por exemplo, não pode ser visto como adversário, mas como um aliado para extensão natural do próprio conteúdo e conquista de melhores resultados.
Manda o bom juízo tentar juntar forças, daí não ser minimamente lógico entender nem mesmo aceitar o comportamento de certas TVs, que insistem nesse clima de animosidade.
Neste caso, como em tudo, cabe às emissoras saber se adaptar e procurar tirar proveito daquilo que vai surgindo.
E, com isso, ser capaz de ampliar ainda mais seu alcance, repercussão e conexão com diferentes públicos.
É interessante verificar como, em se tratando de algumas, essa ficha caiu, e bem rapidamente, enquanto para outras ainda se vê uma teimosa e bem prejudicial resistência.



