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MPAC recomenda medidas para fortalecer atendimento a pessoas com TEA em Sena Madureira

Sena Madureira: MPAC recomenda medidas para fortalecer atendimento a pessoas com TEA 16 de junho de 2026 O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, expediu recomendação à Prefeitura de Sena Madureira e às secretarias Municipal e Estadual de Saúde para assegurar os direitos de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente nas áreas de educação inclusiva e atendimento especializado. A medida foi adotada no âmbito de procedimento administrativo que acompanha a oferta de serviços destinados a estudantes público da educação especial e a pessoas com TEA no município. A recomendação considera reclamações recebidas pelo MPAC sobre a ausência de profissionais de apoio escolar, insuficiência da estrutura de educação especial e dificuldades no acesso a serviços de saúde. Também foram relatadas demora na realização de consultas especializadas, especialmente em neuropediatria, e carência de atendimento multidisciplinar contínuo. Na área da educação, o MPAC recomendou à Secretaria Municipal de Educação a adoção de medidas para garantir a efetiva inclusão dos estudantes, com oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE), elaboração de Planos Educacionais Individualizados (PEI) e disponibilização de profissionais de apoio escolar conforme as necessidades identificadas em avaliação pedagógica. O documento também orienta a estruturação de equipe pedagógica multidisciplinar, a convocação de profissionais necessários ao atendimento dos estudantes e a adoção de medidas para eliminar barreiras que dificultem o acesso, a permanência e a aprendizagem na rede regular de ensino. A recomendação estabelece prazo de 90 dias para que o Município apresente um plano de ação com diagnóstico da rede de ensino, levantamento das demandas existentes e cronograma de adequação dos serviços. Já na área da saúde, o MPAC recomendou a ampliação da oferta de atendimento multidisciplinar voltado a crianças e adolescentes com TEA, incluindo serviços como fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia. À Secretaria de Estado de Saúde, foi recomendado o reforço da oferta de consultas especializadas e do apoio ao Município para a manutenção dos serviços. A recomendação ressalta que a efetivação dos direitos das pessoas com TEA depende da atuação integrada dos entes públicos para assegurar o acesso à educação inclusiva e aos serviços de saúde especializados. O MPAC também advertiu que o descumprimento das medidas poderá resultar na adoção das providências judiciais cabíveis.

Foto: Reprodução/MPAC.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recomendou à Prefeitura de Sena Madureira e às secretarias Municipal e Estadual de Saúde a adoção de medidas para fortalecer o atendimento a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa busca garantir o cumprimento dos direitos à educação inclusiva e ao atendimento especializado no município.

A recomendação foi expedida pela Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira no âmbito de um procedimento administrativo que acompanha a oferta de serviços voltados a estudantes da educação especial e pessoas com TEA.

De acordo com o MPAC, a medida foi motivada por reclamações recebidas sobre a falta de profissionais de apoio escolar, fragilidades na estrutura de educação especial e dificuldades no acesso a serviços de saúde especializados.

Entre os principais problemas relatados estão a demora na realização de consultas com especialistas, como neuropediatria, e a ausência de atendimento multidisciplinar contínuo para crianças e adolescentes com TEA.

Na área da educação, o Ministério Público orienta a implementação efetiva do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a elaboração de Planos Educacionais Individualizados (PEI) e a disponibilização de profissionais de apoio escolar conforme a necessidade de cada estudante.

A recomendação também destaca a importância da estruturação de equipes pedagógicas multidisciplinares e da adoção de medidas para eliminar barreiras que dificultam o acesso e a permanência dos alunos na rede regular de ensino.

O MPAC estabeleceu prazo de 90 dias para que o município apresente um plano de ação detalhado, incluindo diagnóstico da rede de ensino, levantamento de demandas e cronograma de adequações.

Na área da saúde, o órgão recomenda a ampliação de atendimentos multidisciplinares, com serviços de fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia. À Secretaria de Estado de Saúde, foi sugerido reforço na oferta de consultas especializadas e apoio ao município.

O Ministério Público ressalta que a atuação conjunta entre Estado e Município é essencial para garantir a efetivação dos direitos das pessoas com TEA. O órgão também alertou que o descumprimento das medidas pode resultar em ações judiciais.

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