25 de junho de 2026

MPF investiga condições de prédios do INSS e AGU no Acre após denúncias de falhas estruturais

MPF apura situação de imóveis do INSS em Cruzeiro do Sul e da AGU em Rio Branco.

MPF investiga condições de prédios do INSS e AGU no Acre após denúncias de falhas estruturais
(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O MPF investiga condições de prédios do INSS e AGU no Acre após instaurar dois inquéritos civis para apurar possíveis irregularidades estruturais em imóveis federais localizados em Cruzeiro do Sul e Rio Branco. O foco das investigações é verificar se as condições dos prédios comprometem o atendimento ao público e a acessibilidade.

As apurações foram oficializadas por meio de portarias assinadas pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias e publicadas nesta semana no Diário Eletrônico do Ministério Público Federal.

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Agência do INSS em Cruzeiro do Sul

No caso da unidade do Instituto Nacional do Seguro Social em Cruzeiro do Sul, a investigação começou após denúncia relatando possíveis problemas na conservação do imóvel.

O MPF vai avaliar se a estrutura física atende às normas de segurança, acessibilidade e mobilidade, além de apurar a existência de barreiras que dificultem o acesso de segurados, principalmente idosos, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Sede da AGU em Rio Branco

Já em Rio Branco, o foco está na sede da Advocacia-Geral da União, onde relatos apontam problemas estruturais que podem comprometer tanto a prestação dos serviços quanto a segurança de servidores e usuários.

Entre os pontos que serão analisados estão possíveis barreiras arquitetônicas, desgaste na estrutura e condições gerais de funcionamento do edifício.

Próximos passos

Com a abertura dos inquéritos civis, o Ministério Público Federal poderá solicitar vistorias técnicas, laudos especializados e documentos para aprofundar a análise.

O INSS e a AGU deverão prestar esclarecimentos sobre a situação dos imóveis e informar quais medidas estão sendo adotadas para corrigir eventuais falhas.

Caso sejam constatadas irregularidades sem solução administrativa, o MPF poderá acionar a Justiça Federal para exigir adequações, garantindo melhores condições de atendimento, segurança e acessibilidade para a população acreana.

Por Samoel Andrade