Haaland tem 1,95 m, 93kg, é um artilheiro implacável e o principal adversário do Brasil nesse domingo. Erling Haaland chega para o confronto decisivo exibindo um físico invejável, esculpido à base de muito gol e de um cardápio, que pode ser bem diferente para algumas pessoas.
O item mais polêmico da rotina de Haaland: o leite cru, ou leite não pasteurizado. O jogador consome a bebida in natura, diretamente da ordenha, acreditando em benefícios para a recuperação muscular. Mas a ciência não concorda, se pensarmos em segurança alimentar, o leite cru é uma verdadeira “bomba bacteriológica”, pois sem o processo de pasteurização — que elimina microrganismos patogênicos —, o líquido pode carregar Salmonella, Escherichia coli, Listeria monocytogenes e até o bacilo da tuberculose. A verdade é que não existe nenhum benefício nutricional adicional no leite cru em comparação com o pasteurizado ou ao UHT, que realmente elimina qualquer possível bactéria maléfica para a vida humana e garante que o leite dure por mais tempo. Tanto que no Brasil, a venda de leite cru é proibida desde 1969.
Veja as fotosAbrir em tela cheia O jogador Erling Haaland, da NoruegaCrédito: Reprodução Instagram @erling O jogador Erling Haaland, da NoruegaCrédito: Reprodução Instagram @erling Erling Haaland brilhou na vitória de 4 a 1 da Noruega na estreia da Copa do MundoReprodução: Instagram/@herrelandslaget HaalandReprodução/Instagram @erling Vídeo montado com imagem de HaalandReprodução: Internet
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Agora outros alimentos que são interessantes e realmente possuem benefícios na dieta do Haaland são:
Fígado bovino – Rico em proteína, ferro de fácil absorção (heme), zinco, cobre, vitaminas do complexo B — especialmente a B12 — e uma quantidade importante de vitamina A. Para um atleta de elite, isso se traduz em transporte eficiente de oxigênio, fortalecimento imunológico e síntese muscular acelerada. O segredo, claro, é a dose: consumido com moderação e dentro de um plano calculado, é um aliado poderoso.
Carboidrato de qualidade: Engana-se quem pensa que Haaland só come carne. Suas 6 mil calorias diárias incluem fontes generosas de carboidrato — arroz, batata-doce, aveia, massas integrais, frutas, que para um centroavante que percorre dezenas de quilômetros em campo, arrasta zagueiros e explode em arrancadas, o carboidrato é literalmente combustível. É ele que abastece os estoques de glicogênio muscular, garantindo energia explosiva e resistência até o apito final. Sem esse suporte, nem o fígado mais potente salva.
É fundamental entender que as 6 mil calorias de Haaland não são um número aleatório ou bizarro, são o reflexo de um gasto energético brutal, típico de atletas de elite, ainda mais ele, com quase dois metros de altura e mais de 90 kg. Cada grama ingerida é calculada para sustentar performance, recuperação e hipertrofia. O que para nós, pessoas comuns seria um exagero, para Haaland é necessidade metabólica.

