11 de julho de 2026

Caninana explica o cuidado que tem para manter suas raízes na sua música

Caninana explica o cuidado que tem para manter suas raízes na sua música
Caninana explica o cuidado que tem para manter suas raízes na sua música

Caninana conversou com a repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, durante a 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro, no Ceará, onde gravou seu novo DVD. Durante o bate-papo, o músico falou sobre o cuidado que tem para manter suas raízes na sua música.

Caninana fala sobre como o Rei do Baião o inspira: “É uma coisa que tem que ter muito cuidado. Eu faço isso com certo cuidado e recomendo para os novos artistas: inovar é uma coisa muito boa. Já diz Belchior, que você ama o passado e que não vê. O novo sempre vem, mas com essência, sem perder a essência, sem esquecer que tudo isso que a gente vive foi programado, foi lutado, foi vencido, por um cara chamado Luiz Gonzaga”.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias Caninana na 48ª Grande Vaquejada de Juazeiro.portal LeoDias

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Ele também diz que tem orgulho do trabalho das novas gerações: “E de lá pra cá veio Mastruz com Leite, de lá pra cá teve Aviões (do Forró), e temos um grande nome que eu tenho orgulho de bater no peito, esse menino maravilhoso que é o João Gomes, que também… Renovando, inovando, mas sem perder a essência”.

Caninana explica que se esforça para não perder a essência: “Eu tenho cuidado nisso. De falar da vaquejada, do amor, falar do cotidiano das pessoas dentro das minhas músicas, sem perder a essência melódica e sem perder a essência de falar do sertão, de falar da vaquejada, de falar do amor de uma forma onde a criança, o idoso, o jovem, o adolescente, a mulher, possa botar o fone de ouvido, ligar seu carro, e ouvir, viajar naquela canção sem ter aquele cuidado de se achar ferido ou tentar se achar ferido dentro de uma música. Porque a música é para enaltecer, para alegrar, é para enriquecer a nossa cultura”.