O próximo eclipse solar total acontecerá em 12 de agosto de 2026, conforme o calendário astronômico da NASA. O fenômeno será visível apenas em uma estreita faixa do planeta, passando pela Groenlândia, Islândia, Espanha, norte da Rússia, Oceano Atlântico e uma pequena área de Portugal.
No Brasil, o eclipse não poderá ser observado.
Fenômeno deve atrair turistas e pesquisadores
Por ocorrer em uma área reduzida e ter curta duração, o eclipse total costuma mobilizar milhares de observadores, fotógrafos e pesquisadores ao redor do mundo.
Além do interesse científico, o evento também impulsiona o turismo internacional, especialmente em cidades localizadas na faixa de totalidade.
Espanha prepara eventos e pacotes especiais
Na Espanha, um dos países que estarão na rota do eclipse, empresas do setor turístico já organizam programações voltadas ao fenômeno.
Entre elas está o Iberia Eclipse Festival, próximo ao município de Vinuesa, que oferece estrutura para observação, incluindo área de camping.
Hotéis também lançaram pacotes exclusivos para acompanhar o evento, incluindo opções de alto padrão voltadas ao público internacional.
Eclipse ajuda no estudo da coroa solar
Durante o período de totalidade, quando a Lua encobre completamente o Sol, torna-se possível observar a coroa solar, camada mais externa da atmosfera da estrela.
Esse curto intervalo permite que pesquisadores realizem estudos impossíveis em condições normais, além de proporcionar um espetáculo visual para quem estiver na trajetória do eclipse.
Observação exige proteção adequada
Especialistas reforçam que nunca se deve olhar diretamente para o Sol sem equipamentos apropriados.
A observação segura deve ser feita com óculos específicos para eclipse, certificados para esse tipo de evento. Apenas durante os poucos minutos de totalidade é possível observar o fenômeno sem esse tipo de proteção.
Por Allyson Barros


