Antes de a Globo bater o martelo sobre o futuro do “Altas Horas”, um novo nome ganhou força nos bastidores da emissora. Segundo apurou a coluna, Lázaro Ramos passou a integrar a lista de possíveis sucessores de Serginho Groisman no comando da tradicional atração das noites de sábado.
O ator e apresentador vem sendo citado com frequência nas conversas internas da Globo e é visto como um profissional que reúne características consideradas essenciais para preservar a identidade do programa. A avaliação nos bastidores é de que Lázaro consegue transitar com naturalidade entre diferentes públicos, dialogando tanto com grandes nomes da cultura quanto com artistas populares, uma das marcas que fizeram do “Altas Horas” um sucesso ao longo de mais de duas décadas.
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Além do prestígio junto ao público, Lázaro também é muito bem avaliado internamente. É considerado um dos artistas mais respeitados da emissora, querido pelos colegas e com forte apelo junto ao mercado publicitário.
A experiência como apresentador pesa a seu favor: ele comandou durante anos o “Espelho”, no Canal Brasil, e também esteve à frente do “Lazinho com Você”, na própria Globo, mostrando habilidade para conduzir entrevistas, debates e histórias de diferentes perfis.
A emissora ainda não definiu quem assumirá a vaga caso Serginho deixe o comando do programa. O apresentador tem contrato com a emissora até o fim de 2027 e a empresa já começa a pensar na possibilidade de ele não renovar. Outros nomes seguem sendo analisados, mas a lembrança de Lázaro nas discussões reforça a busca por um perfil capaz de manter a essência da atração: conversas relevantes, encontros entre diferentes gerações e uma condução leve, mas consistente.
Nos bastidores, a percepção é que, assim como Serginho construiu sua trajetória aproximando artistas, intelectuais e plateias diversas, Lázaro reúne credenciais semelhantes para dar continuidade ao formato sem descaracterizá-lo. É justamente essa capacidade de circular entre diferentes universos — da dramaturgia ao jornalismo cultural, da literatura ao entretenimento popular — que faz seu nome ganhar força na disputa pela sucessão.



