6 de julho de 2026

Pescadores capturam pirarucu de mais de 50 quilos no rio Iaco, em Sena Madureira

Captura ocorreu na comunidade Porongaba, durante o período do verão amazônico, quando a pesca se intensifica.

Pescadores capturam pirarucu de mais de 50 quilos no rio Iaco, em Sena Madureira
Pirarucu de mais de 50 quilos foi pescado por moradores do alto rio Iaco, em Sena Madureira. Foto: Senaonline

A pescadores capturam pirarucu de mais de 50 quilos em Sena Madureira marcou a manhã deste domingo (5) na comunidade Porongaba, localizada no alto rio Iaco. O peixe, considerado um dos maiores de água doce da Amazônia, chamou a atenção dos moradores pelo tamanho e pelo peso superior a 50 quilos.

O pirarucu foi capturado em uma malhadeira durante uma pescaria realizada por moradores da comunidade. Logo após ser retirado da água, o animal atraiu dezenas de pessoas, que se reuniram para acompanhar de perto o resultado da pescaria.

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Peixe impressionou moradores da comunidade

Segundo os pescadores, a captura de um exemplar desse porte é um acontecimento raro e motivo de comemoração entre as famílias ribeirinhas.

Além do tamanho impressionante, o pirarucu representa uma importante fonte de alimento para a comunidade e pode contribuir para complementar a renda das famílias quando a pesca ocorre dentro das normas permitidas.

Verão amazônico favorece a atividade pesqueira

Com a redução do nível dos rios durante o verão amazônico, a pesca se torna mais intensa em diversas comunidades do interior acreano.

Nessa época do ano, muitos moradores aproveitam as condições dos rios para reforçar o abastecimento de pescado, atividade que faz parte da cultura e da subsistência das populações ribeirinhas.

Tradição que atravessa gerações

Na comunidade Porongaba, a pesca artesanal continua sendo uma prática transmitida entre gerações e mantém forte ligação com o modo de vida das famílias que vivem às margens do rio Iaco.

A captura do grande pirarucu reforça a riqueza dos rios amazônicos e evidencia a importância da preservação dos recursos naturais para garantir a continuidade dessa tradição.

Por Samoel Andrade