O pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) criticou o instituto Quaest e acusou a pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15/7) de estar “cheia de inconsistências”.
Renan Santos alega que é o pré-candidato que “mais cresce nas redes sociais”, e critica o levantamento que apontou a queda no percentual de pessoas que conhecem ele.
Segundo a pesquisa Quaest, entre os entrevistados, 23% conhecem Renan Santos, sendo que 6% votariam nele e outros 17% não votariam. Outros 77% responderam não conhecer o pré-candidato do partido Missão.
No mês passado, a Quaest revelou que 30% dos entrevistados conheciam Renan Santos — 10% votariam nele e 20% não votariam. Ou seja, percentual de desconhecimento aumentou sete pontos percentuais.
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“O que explica um salto de 7% de desconhecimento após forte crescimento em redes, maior engajamento e aumento de aparecimento na imprensa brasileira? […] Minha impressão é que o instituto Quest não é sério”, afirmou Renan em nota à imprensa.
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Quaest não é instituto sério. Dizer que o candidato que mais cresceu em redes disparado nos últimos meses ficou desconhecido não é erro metodológico ou coisa do tipo. Isso tem nome e a gente já sabe o que é. https://t.co/1h1FwO3KBT
— Renan Santos⬛️🟨⬜️ (@RenanSantosMBL) July 15, 2026
Renan também criticou a subida no nível de conhecimento sobre o ex-governador do Goiás Ronaldo Caiado (PSD-GO), o acusando de ser o candidato com menor engajamento dentre todos os presidenciáveis. O percentual de conhecimento de Caiado passou de 52% para 56%.
Renan insinua que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, teria investido “em seus contatos para colocá-lo como ‘substituto’ do Flávio”.
“As pesquisas são instrumentos perfeitos para se fazer negócios. Antes, tentaram vender o Zema como candidato; agora parece que estão tentando vender o natimorto Caiado para embalar o trade do Kassab”, acusa Renan Santos.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Pedro Areal.


