9 de julho de 2026

Moraes ameaça prender parlamentares em acampamento no STF. Deputado afirma que estava em outro estado

Moraes ameaça prender parlamentares em acampamento no STF. Deputado afirma que estava em outro estado
Moraes ameaça prender parlamentares em acampamento no STF. Deputado afirma que estava em outro estado

O Ministro do Supremo Tribunal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou na última sexta-feira (25/7) a prisão dos parlamentares que estiverem em acampamento montado no entorno de Brasília, entre eles, está o deputado federal Cabo Gilberto (PL-PB). Os políticos estavam instalados na Praça dos Três Poderes, próximo ao prédio da Corte. No entanto, o parlamentar da Paraíba afirma que está em sua cidade natal desde quinta-feira (24/7) e aponta perseguição. 

Em conversa com a reportagem do Portal LeoDias, o deputado afirmou que a decisão se trata de perseguição por parte de Alexandre de Moraes, já que o mesmo se encontra na Paraíba desde a madrugada de quinta-feira (24/7) e foi visto em eventos políticos ao lado de Michele Bolsonaro. 

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Internet Reprodução Internet Reprodução Reprodução Alexandre de Moraes durante o 13º Fórum Jurídico de LisboaReprodução: YouTube/IDP Ministro Alexandre de Moraes é o relatorReprodução: TV Justiça

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O documento assinado por Moraes foi um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). No despacho, foi autorizado que a polícia retirasse os parlamentares presentes no local, e, aqueles que não aceitassem deixar a Praça, teriam sua prisão permitida. 

Também foi determinada a proibição de novas instalações de acampamentos em um raio de 1km do local. “Para garantir a segurança pública e evitar novos eventos criminosos semelhantes aos atos golpistas ocorridos em 8/1/2023, determinou a proibição de qualquer acampamento em um raio de 1KM da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e, obviamente, em frente aos quartéis das Forças Armadas”, pontuou. 

A ação de montar barracas na Praça dos Três Poderes teve início na sexta-feira (25/7), após o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) se instalar no local em uma greve de silêncio para protestar contra as medidas do tribunal. 

Além de Cabo Gilberto e Hélio Lopes, outros três parlamentares foram mencionados na decisão: Sóstenes Cavalcante (PL-AL), Coronel Chrisóstomo (PL-RO) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT).