A Globo estreia em outubro “Três Graças”, sua próxima novela das 9 e o retorno de Aguinaldo Silva ao horário nobre. A história acompanha Lígia (Dira Paes), Gerluce (Sophie Charlotte) e Joélly (Alana Cabral); três mulheres de gerações diferentes unidas pelo mesmo passado que remonta à gravidez na adolescência, e pela luta diária na comunidade fictícia Chacrinha, na zona norte de São Paulo.
O eixo dramático surge quando Gerluce descobre que a patroa Arminda (Grazi Massafera) e o amante Santiago Ferette (Murilo Benício) comandam um esquema de falsificação de remédios que atinge sua mãe e vizinhos. Daí, nasce o dilema: “Até onde ir para reparar uma injustiça?”.
Veja as fotosAbrir em tela cheia O poderoso Santiago Ferette, papel de Murilo Benício em “Três Graças”Foto: Victor Pollak/Globo Gerluce (Sophie Charlotte) em “Três Graças”Foto: Estevam Avellar/Globo Gerluce (Sophie Charlotte) e Viviane (Gabriela Loran)Divulgação: Globo Grazi Massafera, estrela de “Três Graças”Divulgação: Globo Pedro Novaes, Grazi Massafera, Andréia Horta e Murilo Benício nos bastidores das gravações em São PauloDivulgação
Voltar
Próximo
Leia Também
Carla Bittencourt
Além de Nazaré, Comendador José Alfredo também dará as caras na novela “Três Graças”
Flávio Ricco
Globo prepara festa de lançamento de “Três Graças”
Carla Bittencourt
Aguinaldo Silva repete fórmula em nova trama com casal gay em “Três Graças”
Carla Bittencourt
Romulo Estrela fecha trio de protagonistas de “Três Graças” com Sophie Charlotte e Grazi Massafera
Segundo o material oficial, a novela combina drama familiar, romance e crítica social, mantendo marcas do autor, com heroínas populares enfrentando a elite. A direção artística é assinada por Luiz Henrique Rios e texto de Silva ao lado de Virgílio Silva e Zé Dassilva. A ambientação em São Paulo, e não no Rio, é uma decisão estratégica para reaproximar a audiência paulistana do horário nobre, como afirmado pelo histórico da produção.
Chamadas e trailer destacam uma narrativa de “luta do bem contra o mal” misturada com questões contemporâneas, como saúde pública, corrupção e sobrevivência nas periferias. Nos bastidores, a produção é tratada como “queridinha” e é vista como tentativa de reerguer o fôlego do horário após o remake de “Vale Tudo”.
A crítica especializada vem apontando ingredientes para salvar a faixa, como vilã de alto impacto, triângulos amorosos e um universo popular com respiro de ação. O próprio Aguinaldo Silva já mencionou falas com “potencial de viralizar” e um folhetim “popular e abrangente”, o que aumentou os comentários nas redes após a divulgação do teaser.
A volta do autor, demitido em 2020 e agora recontratado, passa por reafirmação de estilo. Em entrevistas, ele contou que a ideia nasceu de pesquisas em maternidade pública e que a sinopse virou novela ao expandir o enredo de um roubo de cofre para um mosaico urbano.
O que público e crítica esperam
Comentários em redes sociais demonstram curiosidade com a química entre Grazi Massafera e Murilo Benício, além da participação de Romulo Estrela no elenco. Porém, por conta da repercussão negativa de “Vale Tudo”, o público está desconfiado do que vem a seguir, alguns adiantando que o folhetim também deve “decepcionar”.
Além disso, a volta de Aguinaldo Silva às tramas populares chama a atenção; há quem aposte em “novelão” e quem cobre trama enxuta. Outro ponto em comum bem comentado é a questão da divulgação e publicidade, algo que foi presente na trama de Manuela Dias.






