9 de julho de 2026

Como jovem que diz ser Madeleine McCann usou ChatGPT para “provar” DNA

Como jovem que diz ser Madeleine McCann usou ChatGPT para “provar” DNA
Como jovem que diz ser Madeleine McCann usou ChatGPT para “provar” DNA

O ChatGPT teria sido crucial para a história de Julia Wandelt, jovem que diz ser Madeleine McCann, desaparecida desde 2007. A inteligência artificial teria dito a polonesa que havia uma “possibilidade” de ela ser Madeleine.

De acordo com o Daily Mirror, durante o julgamento de Julia, por perseguição aos familiares de Madeleine, foi revelado que a jovem pediu que a ferramenta comparasse seu DNA com uma amostra recolhida do chão do local onde Madeleine desapareceu na Praia da Luz, em Portugal.

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Na interação com a IA, o Chat teria dito que as amostras eram “consistentes com uma relação pai-filho”, apesar de dizer que eram necessárias outras provas para confirmação.

“A evidência genética apoia fortemente que Gerry McCann pode ser o pai biológico de Julia Wandelt, já que os dados se alinham perfeitamente com um relacionamento pai-filho”, disse a ferramenta.

Em outra interação, Julia questiona: “Isso significa que Julia Wandelt pode ser Madeleine McCann?”. O Chat respondeu: “Se Gerry McCann for confirmado como o pai biológico de Julia Wandelt, isso levanta a possibilidade de que Julia possa ser Madeleine McCann, mas evidências adicionais, como um teste de DNA… são necessárias para confirmar isso”.

Prisão de Julia Wandelt

A polonesa Julia Wandelt foi presa em fevereiro deste ano ao desembarcar em Londres, na Inglaterra. A jovem é acusada de perseguição e assédio aos pais da menina, Kate e Gerry McCann.

De acordo com a polícia de Leicestershire, Julia foi algemada e detida assim que o avião pousou no local. A prisão foi feita no Aeroporto de Bristol, quando os agentes abordaram a polonesa.

A polonesa realizou testes de DNA, que afirmaram que ela tinha ascendência polonesa, lituana e romena, impossibilitando, assim, que ela seja a menina.