21 janeiro 2026

Ação perto da Colômbia termina em 14 mortes após ampliação de ofensiva naval dos EUA

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Os Estados Unidos anunciaram novos bombardeios a embarcações no Oceano Pacífico, próximo ao litoral colombiano nesta terça-feira (28/10). A ofensiva militar, autorizada pelo presidente da potência americana, Donald Trump, resultou na morte de 14 pessoas e elevou a tensão diplomática com países vizinhos.

Segundo o secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, caças e navios de guerra realizaram 3 investidas sucessivas contra 4 barcos nesta última segunda-feira (27/10). A operação ocorre em rota marítima frequentemente investigada por tráfico internacional de drogas. Apenas um tripulante sobreviveu, resgatado com apoio de militares mexicanos.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, confirmou o ataque dos EUA nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar Imagens do ataque dos EUA próximo à Colômbia nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar Imagens do ataque dos EUA próximo à Colômbia nesta terça-feira (28/10)Reprodução: X/@SecWar O Secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, divulgou um vídeo mostrando o um ataque dos EUA a uma embarcação no Oceano PacíficoReprodução: @RealDonaldTrump/TruthSocial Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na MalásiaFoto: Ricardo Stuckert

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O governo afirma que todos os alvos eram controlados por organizações criminosas que abastecem o mercado norte-americano de entorpecentes. Apesar disso, não foram apresentados registros públicos que sustentem a acusação. “Esses narcoterroristas mataram mais americanos do que a Al-Qaeda e serão tratados da mesma forma”, declarou Hegseth, prometendo que as Forças Armadas continuarão rastreando e abatendo as embarcações.

A nova onda de ataques elevaria para 14 o total de barcos destruídos desde setembro, somando mais de 50 mortos. Até agora, os anúncios vinham sendo divulgados de forma isolada, o que ampliou a repercussão desta última ação, a maior em número de alvos atingidos.

As operações fazem parte da campanha declarada pelo governo Trump contra cartéis latino-americanos, apresentada como uma “guerra” para impedir que drogas alcancem o território norte-americano. Analistas e veículos de imprensa nos Estados Unidos apontam também que a iniciativa é também uma pressão para enfraquecer a gestão de Nicolás Maduro, na Venezuela.

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